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Orquídeas Archives - orquideas.eco.br

Anacheilium allemanoides

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Cattleya forbesii

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Maxillaria pumila

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Liparis nervosa

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Orquídeas

Início Orquídeas

Epidendrum difforme

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Gosto de Epidendrum’s como este Epidendrum difforme. Muitos acham demasiadamente comum, como Oncidium’s amarelinhos. Eu não.

A variedade de Epidendrum’s é fascinante. Este difforme saiu aqui em casa por acaso. Provavelmente achei em algum lugar, trouxe para casa e esqueci da sua existência. Agora, em flor, pude apreciá-lo da maneira que ele merece, além de colocá-lo em um lugarzinho melhor que a madeira velha em que ele se encontrava.

Pelo que vi na internet, forma belas touceiras. O jeito é aguardar.

Ficha da planta

Conhecida como: Epidendrum difforme Jacq. 1760 GROUP Difforme type;
Sinônimos: Amphiglottis difformis [Jacq.]Britt. 1924; Auliza difformis [Jacq.]Small 1913; Epidendrum arachnoideum Barb. Rodr. 1877; *Epidendrum difforme (Jacq.) Sw. 1760; Epidendrum radiatum Hoffmanns. 1842; Epidendrum virens Hoffmanns. 1841; Hormidium virens (Hoffmanns.) Brieger 1960;
Origem: Florestas tropicais do continente americano – entre 0 e 3000 metros de altitude;
Planta: Epífita, 5~10 centímetros;
Flor: 2,5 centímetros;
Época de floração: primavera e verão;
Longevidade das flores: 20 dias;
Fragrância: não;
Luminosidade: baixa;
Umidade: média;
Dificuldade de cultivo: baixa.

Abraços!

Pleurothallis mystax

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Meu Pleurothallis mystax está desenvolvendo muito bem em um vaso plástico transparente, com musgo chileno e brita como substrato. Está em local bem ventilado e com umidade constante. Tem se mostrado uma planta de fácil cultivo e de crescimento rápido, formando uma bela moita em pouco tempo. Bastante florífera, embeleza o orquidário durante sua floração.

Nomenclatura

Pleurothallis mystax Luer 1976 SUBGENUS Mystax Luer 1986

Sinônimos: Mystacorchis mystax [Luer] Szach & Marg. 2001; Stelis mystax (Luer) Pridgeon & M.W. Chase 2001;

Sobre

Encontrado nas florestas nubladas do Panamá em elevações de 650 a 1000 metros, de crescimento frio a quente, epífita em miniatura com um ramicaule bem desenvolvido envolto basalmente por uma bainha tubular solta, carregando uma folha única, apical, amplamente elíptica, obtusa, basalmente arredondada e séssil que floresce no outono em 2,5 cm de comprimento, com uma inflorescência com flor única originando-se de uma espata.

Bulbophyllum saltatorium

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A Bulbophyllum saltatorium é conhecido também como Bulbophyllum miniatum aqui no Brasil, este Bulbophyllum é muito interessante devido a sua penugem.

Ficha da planta

Conhecida como: Bulbophyllum saltatorium Lindl. 1837 SECTION Lupulina;
Sinônimos: Bulbophyllum alinae Szlach. 2001; Bulbophyllum calamarium Lindl. 1848; Bulbophyllum kindtianum De Wild. 1904; Bulbophyllum nudiscapum Rolfe 1909; Bulbophyllum rupincolum Rchb.f. 1865; Bulbophyllum saltatorium var. calamarium (Lindl.) J.J.Verm. 1986; Bulbophyllum schinzianum Kraenzl. ex De Wild. & T. Durand 1862; Bulbophyllum schinzianum var. phaeopogon (Schltr.) J.J.Verm. 1986; Phyllorchis calamaria (Lindl.) Kuntze 1891; Phyllorchis saltatoria (Lindl.) Kuntze 1891;
Origem: Gana, Costa do Marfim, Libéria, Nigéria, Siera Leoa, Camarões, Congo, Guiné Equatorial, Gabão, Golfo da Guiné, Zaire, Ruanda, Angola e Uganda – florestas abaixo de 900 metros;
Planta: Epífita, 10~15 centímetros;
Flor: 2 centímetros;
Época de floração: inverno;
Longevidade das Flores: 10~20 dias;
Fragrância: nenhuma;
Luminosidade: baixa;
Umidade: alta;
Dificuldade de cultivo: fácil;

Abraços!

Coelogyne mayeriana

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1419-Coelogyne-mayeriana
1419-Coelogyne-mayeriana

Fui cruel com esta Coelogyne mayeriana.

Por preguiça, e não minto sobre isto – poderia falar que foi por falta de tempo – deixei de fotografar esta belezura no momento certo. Comprei-a com botões, esperei florir e simplesmente deixei a flor passar do ponto. Ainda bem que tirei uma foto dela antes, sem preparação.

Bom, é preciso dizer que as pétalas faltando é resultado de um predador natural aqui em casa chamado Lorenzo. Infelizmente ele ataca quando menos esperamos.

Mesmo assim, é possível visualizar a beleza deste simpático Coelogyne, típico dos Coelogyne’s que mais aprecio. Parece desenhado à mão.

Em tempo: retomando as obras no orquidário. Estrutura comprada, final de semana de muito esforço pela frente. É hora de movimentar as coisas, pois outra leva de frio com geada negra vai acabar com minhas plantas. Infelizmente todas as minhas Masdevallias foram avariadas.

Ficha da planta – Coelogyne mayeriana

Conhecida como: Coelogyne mayeriana Rchb. f. 1877 SECTION Verrucosae Pfitzer & Kraenzlin;
Origem: Malásia, Sumatra, Java e Bornéu – entre 0 e 100 metros de altura;
Planta: Epífita ou terrestre, 8~24 centímetros;
Flor: 7 centímetros;
Época de floração: outono, inverno;
Longevidade das flores: 30 dias;
Fragrância: sim;
Luminosidade: média, baixa;
Umidade: média;
Temperatura: alta;
Dificuldade de cultivo: baixa;

1419 - Coelogyne mayeriana

1419 - Coelogyne mayeriana

1419 - Coelogyne mayeriana

1419 - Coelogyne mayeriana

Abraços!

Pabstiella pterophora

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Orquídeas brancas como esta Pabstiella pterophora sempre me fascinam.

Esta, em especial, é algo indescritível. A brancura e delicadeza desta pequena é tão fantástica que rapidamente se tornou meu xodó no orquidário. Engraçado como gestos simples nos fazem tão felizes, afinal, esta orquídea foi um presente. E que presente!

Quem me dera ganhar sempre preciosidades assim. Mas me contento com algumas sementes. Aliás, hoje recebi uma cartinha da Malásia: sementes de orquídeas nativas de lá. O que será que vai sair? Nem abri o envelope ainda que, aliás, é um envelope temático. Adivinhem o tema?

Ficha da planta – Pabstiella pterophora

Conhecida como: Pleurothallis pterophora Cogn. 1896 SUBGENUS Specklinia SECTION Hymenodanthae SUBSECTION Longicaulae [Barb. Rodr.] Luer 1986;
Sinônimos: Pabstiella pterophora (Cogn.) Chiron 2012; Pleurothallis pterophora var. minor Cogn. 1896; Trichosalpinx pterophora [Cogn.]Luer 1983;
Origem: Sul e Sudeste brasileiro – mais ou menos 700 metros de altitude;
Planta: Epífita, ~5 centímetros;
Flor: 6~7 milímetros;
Época de floração: ano todo;
Longevidade das flores: 10 dias;
Fragrância: sim;
Luminosidade: baixa;
Umidade: média;
Temperatura: média;
Dificuldade de cultivo: fácil.

1432 - Pabstiella pterophora
1432 – Pabstiella pterophora

1432 - Pabstiella pterophora
1432 – Pabstiella pterophora

1432 - Pabstiella pterophora
1432 – Pabstiella pterophora

1432 - Pabstiella pterophora
1432 – Pabstiella pterophora

1432 - Pabstiella pterophora
1432 – Pabstiella pterophora

Abraços!

Lc. Tropical Pointer Cheetah

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1361-Lc.-Tropical-Pointer-Cheetah
1361-Lc.-Tropical-Pointer-Cheetah

O primeiro post desta nova fase deve ser especial. Para tal, a planta tem que ser mágica! E é o que este híbrido chamado Lc. Tropical Pointer Cheetah representa para mim: magia!

Tenho algumas variações de Tropical Pointer aqui, mas esta nomeada como Cheetah é fantástica. Quando a vi, em um orquidário de um amigo, não pude resistir. Em um vaso gigantesco, com sementes e tudo mais, pedi uma frente para levar e cá está ela, alguns meses depois já retribuindo com flores. Acho que é uma das combinações de cores mais fantásticas que tenho aqui na coleção.

1361 - Lc. Tropical Pointer Cheetah
Lc. Tropical Pointer Cheetah

1361 - Lc. Tropical Pointer Cheetah
Lc. Tropical Pointer Cheetah

1361 - Lc. Tropical Pointer Cheetah
Lc. Tropical Pointer Cheetah

1361 - Lc. Tropical Pointer Cheetah
Lc. Tropical Pointer Cheetah

1361 - Lc. Tropical Pointer Cheetah
Lc. Tropical Pointer Cheetah

Abraços!

Chytroglossa aurata

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1143-Chytroglossa-aurata
1143-Chytroglossa-aurata

Algumas micros, como esta Chytroglossa aurata, são muito interessantes.

O ano inteiro nos enganam, mostrando fragilidade e uma aparência que tende a ser muito mais negativa do que positiva. Em outras palavras, parecem definhar.

Aí vem a época de floração, a planta ganha volume, solta seus botões e reinicia o ciclo, me enganando por mais um ano.

A Chytroglossa aurata é uma boa fazedora de pegadinhas. Toda hora me engana. Mas no final eu gosto de ser enganado por ela pelo resultado.

A cultivo sobre uma pequena plaquinha de madeira, e parece ter sido suficiente para ela.

Ficha da planta – Chytroglossa aurata

Conhecida como: Chytroglossa aurata Rchb.f. 1863;
Origem: São Paulo e Rio de Janeiro – entre 800 e 1000 metros de altura;
Planta: Epífita, 10 centímetros;
Flor: 1,3 centímetros;
Época de floração: inverno;
Longevidade das flores: 20 dias;
Fragrância: não;
Luminosidade: baixa;
Umidade: média;
Temperatura: média;
Dificuldade de cultivo: baixa;

Fotos

1143 - Chytroglossa aurata
1143 – Chytroglossa aurata

1143 - Chytroglossa aurata
1143 – Chytroglossa aurata

Abraços!

Maxillaria parviflora

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Bom, para os fãs de matinhos, eis a Maxillaria parviflora, que faz jus ao apelido de matinho. Touceiras vigorosas (não a minha, claro) e uma flor que pode passar desapercebida. Esta é a parviflora, ou Camaridium micranthum, nome atualmente aceito. Aliás, esta pequena plantinha tem um caminhão de nomes. As vezes me pergunto se as pessoas que as nomeiam não pesquisam antes se a planta já existe. O que também mostra a dificuldade de se nomear uma planta, pois a mesma pessoa pode nomeá-la mais de uma vez, acreditando ser uma planta diferente. Vai saber…

Ficha da planta

Conhecida como: Maxillaria parviflora (Poepp. & Endl.) Garay 1967 SECTION Ornithidium;
Sinônimos: Auliza vestita (Sw.) Acuña 1939; Camaridium micranthum M.A.Blanco 2007; Camaridium purpureum Spreng. 1826; Camaridium purpureum var parviflorum {poepp & endl.] Hoehne 1953; Camaridium vestitum Lindl. 1858; Cymbidium vestitum (Sw.) Sw. 1799; Epidendrum vestitum Sw. 1788; Maxillaria conferta (Griseb.) C. Schweinf. ex León 1946; Maxillaria exigua Regel 1855; Maxillaria purpurea (Spreng.) Ames & Correll 1943; Maxillaria purpurea var. parviflora (Poepp. & Endl.) C. Schweinf. 1945; Maxillaria purpurea var. purpurea 1945; Maxillaria simulans Ames & C. Schweinf. 1930; Maxillaria surinamensis Focke ex Rchb. f. 1863; Maxillaria vestita (Sw.) A.Lemée in ?.; Ornithidium chloroleucum Barb. Rodr. 1882; Ornithidium confertum Griseb. 1866; Ornithidium parviflorum (Poepp. & Endl.) Rchb. f. 1854; Ornithidium simulans Ames & C. Schweinf. 1930; Ornithidium vestitum [Sw] Rchb.f 1863; Ornithidium virescens Schltr. 1924; Pseudomaxillaria chloroleuca (Barb. Rodr.) Hoehne 1947; Pseudomaxillaria parviflora (Poepp. & Endl.) Brieger 1977; Pseudomaxillaria vestita (Sw.) Brieger 1977; *Scaphyglottis parviflora Poepp. & Endl. 1836;
Origem: Flórida, Índias Ocidentais, Trinidad, México, Guatemala, Belize, Honduras, Peru, Venezuela, Brasil e as Guianas, em altitudes entre 0 e 1400 metros;
Planta: epífita, 10 centímetros;
Flor: menos de 1 centímetro;
Época de floração: todas;
Longevidade das flores: não sei para os outros, para mim 2 a 3 dias;
Fragrância: não;
Luminosidade: baixa;
Umidade: média;
Temperatura: média, alta;
Dificuldade de cultivo: fácil.

Maxillaria parviflora

Abraços!

Jardim de orquídeas (e outras flores) flutuantes

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Um jardim cheio de flores que flutuam. Esta foi a proposta do teamLab para maravilhar os espectadores de seu trabalho. Resolvi compartilhar este vídeo por sua beleza e música relaxante, mas a complexidade do trabalho vai muito além disto:

Quando um espectador chega próximo a este espaço repleto de flores, as flores mais próximas sobem de uma só vez, criando um espaço com o espectador em seu centro. Em outras palavras, apesar de todo o espaço ser preenchido com flores, um espaço circular e vazio está constantemente em movimento, com o espectador em seu centro. O espectador é livre para se mover em qualquer direção e o cenário floral acompanha qualquer movimento. Se muitos espectadores ficarem próximos um do outro, os círculos formamos irão se unir, formando um único espaço.

São mais de 2.300 flores no espaço e, o mais impressionante, estão vivas e crescendo normalmente. Além disto, para cada flor há um inseto polinizador no ambiente, fazendo com que o perfume das flores se tornem mais fortes no momento em que o inseto é mais ativo. Como resultado, o perfume do ar em determinadas regiões do jardim variam de acordo com a hora do dia, tornando a experiência ainda mais interessante.

Referências

  • team-lab.net

Abraços!

Capanemia superflua

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A Capanemia superflua é uma orquídea bacana e muito bonita. Além disto, exala um perfume suave e muito gostoso.

Ficha da planta

Conhecida como: Capanemia superflua (Rchb. f.) Garay 1967;
Sinônimos: Capanemia juergensiana Schltr. 1918; *Oncidium superfluum Rchb. f. 1864; Rodriguezia anomala Rolfe 1891; Rodriguezia juergensiana Kraenzl. 1899;
Origem: do Espirito Santo ao norte da Argentina, mais ou menos a 500 metros de altitude;
Planta: Epífita, 4~7 centímetros;
Flor: 1 centímetro;
Época de floração: para mim deu na primavera, alguns conseguem no outono;
Longevidade das Flores: 10 dias;
Fragrância: leve;
Luminosidade: média;
Umidade: média;
Dificuldade de cultivo: média;

Abraços

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