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Paphiopedilum Leeanum

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1167 - Acianthera alligatorifera

Acianthera alligatorifera

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Coelogyne-graminifolia

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Orquídeas

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Stanhopea lietzei

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1091 - Stanhopea lietzei
1091 - Stanhopea lietzei

A primeira coisa que uma pessoa pensa ao entrar na sala de casa quando a Stanhopea lietzei está florida é no cheiro de naftalina. O perfume naftalínico desta planta pode afugentar alguns apreciadores de sua beleza, mas não a mim.

É uma planta que surpreende aqueles que não conhecem muitas espécies de orquídeas. Sua maneira de florir é interessante: os cachos florais saem por baixo, necessitando que a planta esteja acondicionada em caixetas que permitam que as flores tenham a liberdade de sair sem muitos obstáculos.

Ficha da planta – Stanhopea lietzei

Conhecida como: Stanhopea lietzei (Regel) Schltr. 1926 SUBGENUS Stanhopea SECTION Wardii;
Sinônimos: Stanhopea brasiliensis hort. ex Brieger 1984; Stanhopea graveolens var. aurata Hoehne (non Ldl.) 1942; Stanhopea graveolens var. concolor Porsch 1908; *Stanhopea graveolens var. lietzii Regel 1891; Stanhopea graveolens var. straminea Porsch 1908;
Origem: Floresta Atlântica de Minas Gerais, Espírito Santo, Paraná, São Paulo e Santa Catarina – entre 100 e 800 metros de altitude; Planta: 10~50 centímetros;
Flor: 10 centímetros;
Época de floração: primavera e verão;
Longevidade das flores: 10 dias;
Fragrância: forte, perfume de naftalina;
Luminosidade: baixa;
Umidade: média;
Temperatura: média, alta.

Fotos

Stanhopea lietzei
Stanhopea lietzei
Stanhopea lietzei
Stanhopea lietzei
Stanhopea lietzei

Abraços!

Hormidium pygmaeum

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Hormidium pygmaeum é capaz de enganar qualquer um que não conheça muito de orquídeas. Vamos lá: você está andando no meio do mato e encontra esta moita simpática. O que você faz? Ignora, achando que não é uma orquídea e não poderia ser capaz de nos presentear com uma flor tão bela. Aliás, minúscula e bela. Fácil de cuidar, enche de sementes sempre que a florada acaba. É uma boa pedida para qualquer coleção.

Ficha da planta

Conhecida como: Hormidium pygmaeum (Hook.) Benth. & Hook. f. ex Hemsl. 1881;
Sinônimo: Aulizeum pygmaeum (Hook.) Benth. 1892; Coelogyne triptera Brongn. 1834; Encyclia pygmaea (Hook.) Dressler 1961; Encyclia triptera (Brongn.) Dressler & G.E. Pollard 1971; Epidendrum caespitosum Poepp. & Endl. 1837-8; Epidendrum hioramii (Acuña & Roíg) Acuña & Alain 1960; Epidendrum humile Vell. 1831; Epidendrum monanthum Schltr. 1916; Epidendrum monanthum Steud. 1840; *Epidendrum pygmaeum Hook. 1833; Epidendrum uniflorum Lindl. 1839; Hormidium hioramii Acuña & Roíg 1936; Hormidium humile (Cogn.) Schltr. 1920; Hormidium tripterum (Brongn.) Cogn. 1898; Hormidium uniflorum (Lindl.) Heynh. 1841; Lanium hioramii (Acuña & Roíg) H.Dietr. 1980; Microstylis humilis Cogn. 1906; Prosthechea pygmaea (Hook.) W. E. Higgins 1997;
Origem: Flórida, Cuba, República Dominicana, Haiti, Jamaica, Leewards?, Porto Rico, Trinidad & Tobago, Ilhas de Barlavento, México, Guatemala, Belize, Honduras, Nicarágua, Costa Rica, Panamá, Guiana Francesa, Suriname, Guiana, Venezuela, Colômbia, Equador , Peru, Bolívia e Brasil, entre 0 e 1700 metros de altitude;
Planta: Epífita, ~8 centímetros;
Flor: 0,5~1 centímetro;
Época de floração: primavera, verão e outono;
Longevidade das Flores: 15 dias;
Fragrância: nenhuma;
Luminosidade: muito baixa;
Umidade: alta;
Dificuldade de cultivo: fácil.

Abraços!

Octomeria concolor

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Octomeria concolor. Eis o primeiro grande vaso que adquiri. Ou grande planta. Ou planta em uma grande touceira. Sei lá.

Há cerca de três anos estava voltando de Santa Catarina. Em Garuva tem um orquidário, logo depois do trevo da cidade (o trevo da discórdia, com o sinaleiro/sinal/farol que causa quilômetros de engarrafamento), que sempre atiçava minha curiosidade. Naquele dia resolvi parar. Uma loja com muitas Cattleyas híbridas, mas poucas espécies. Indaguei à proprietária sobre isto e ela foi me mostrar o tesouro, atrás da loja: um grande espaço com várias espécies de orquídeas, sendo cultivadas para a venda.

Olhei para este vaso. Bom, não este vaso de cerâmica. Um vaso menor, de plástico duro, furado com algo quente (dava para ver o plástico derretido), cheio de flores. Apaixonei-me. Tive que comprá-lo e trazê-lo para casa.

Segundo minhas anotações e lembranças, isto foi em 2010, no máximo começo de 2011. Todo este tempo se passou e nunca mais vi este vaso com o mesmo vigor do dia que comprei. Sempre uma ou duas flores apenas, quando deveriam florir milhares delas. Tanto é que ano passado optei por trocar de vaso, colocando-a em um vaso maior e de cerâmica.

Parece que funcionou. Certo dia estava observando as plantas no orquidário e vi este vaso abarrotado de botões. Foi só esperar pela beleza que estava porvir…

Ficha da planta

Conhecida como: Octomeria concolor Barb. Rodr. 1881;
Sinônimos: Não há;
Origem: Rio de Janeiro, São Paulo, Paraná;
Planta: Epífita, 10~20 centímetros;
Flor: ~1,5 centímetros;
Época de floração: outono e inverno;
Longevidade das flores: 5~10 dias;
Fragrância: sim, mel;
Luminosidade: baixa;
Umidade: média;
Temperatura: média;
Dificuldade de cultivo: baixa;

1012 - Octomeria concolor

1012 - Octomeria concolor

1012 - Octomeria concolor

1012 - Octomeria concolor

Abraços!

Cattleya guttata

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Uma das rainhas desta época está florida novamente: Cattleya guttata, tigrina, enfim, como quiser chamá-la!

Confesso que sou apaixonado por esta espécie… seu perfume é fora de série. Estou com mais duas em botões… vamos ver o que vai sair!

Ficha da planta – Cattleya guttata

Conhecida como: Cattleya guttata Lindley 1832 SUBGENUS Falcata SECTION Guttatae [Cogn.] Withner 1989;
Sinônimos: Cattleya elatior Lindley 1831; Cattleya elatior Lindl. 1833; Cattleya granulosa Lindley var. russeliana Lindley; Cattleya guttata var. caerulea L.C.Menezes 1993; Cattleya guttata var. elatior (Lindl.) Fowlie 1977; Cattleya guttata var. immaculata Rchb.f. 1886; Cattleya guttata var. leopardina Linden & Rodigas 1885; Cattleya guttata var. purpurea Cogn. 1900; Cattleya guttata var. williamsiana Rchb.f. 1884; Cattleya guttulata Lindley; Cattleya leopoldii subsp. pernambucensis Brieger in ? ; Cattleya leopoldii var. immaculata (Rchb.f.) Fowlie 1977; Cattleya sororia Rchb.f. 1888; Cattleya sphenophora Morr. 1848; Cattleya tigrina A. Rich. 1848; Cattleya tigrina var. caerulea L.C.Menezes 1993; Cattleya tigrina var. immaculata (Rchb.f.) Braem 1984; Cattleya tigrina var. leopardina (Linden & Rodigas) Braem 1984; Cattleya tigrina var. purpurea (Cogn.) Braem 1984; Cattleya tigrina var. williamsiana (Rchb.f.) Braem 1984; Epidendrum elatius Rchb.f 1862; Epidendrum elegans Vell. 1825 [1790];
Origem: Sul do Brasil – entre 0 e 100 metros de altitude;
Planta: 10~50 centímetros;
Flor: 5~10 centímetros;
Época de floração: primavera, verão;
Longevidade das flores: 10~20 dias;
Fragrância: sim;
Luminosidade: média;
Umidade: média;
Temperatura: média;

Cattleya tigrina
Cattleya tigrina
Cattleya tigrina
Cattleya tigrina
Cattleya tigrina
Cattleya tigrina
Cattleya tigrina
Cattleya tigrina

Abraços!

Masdevallia Confetti

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Ontem falei que iria fotografar hoje a flor da minha Masdevallia Confetti. Então, fui fazer o serviço há pouco. Para minha surpresa, ela estava já bem debilitada. Até estranhei ter durado tão pouco, mas no fundo até sei o motivo. Mas tudo bem, tentei fazer o que dava para mostrar o que sobrou desta mistura tão maravilhosa.

Ficha da planta

Conhecida como: Masdevallia Confetti;
Hibridação: Masdevallia glandulosa x Masdevallia strobelii.

Masdevallia Confetti
Masdevallia Confetti

Uma pena!

Abraços!

Anacheilium radiatum

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Quando vi este Anacheilium radiatum não pude resistir!

Embora haja uma grande controvérsia em relação à sua nomenclatura – acreditem, não foi fácil chegar no “quase” nome – não podemos deixar de apreciar sua beleza.

De certa forma, os Anacheilium/Prosthechea são lindos por natureza, principalmente por serem um pouquinho diferentes. Não é todo dia que temos o prazer de apreciar uma orquídea que esta de ponta cabeça. Não sei se é uma característica da espécie como um todo, mas todas que vi estão assim.

Enfim, é uma boa aquisição para qualquer coleção. Trouxe a minha há mais de 2 meses e ela ainda está florida, sem muitos cuidados além dos habituais.

Ficha da planta – Anacheilium radiatum

Conhecida como: Anacheilium radiatum (Lindl.) Pabst, Moutinho & A.V. Pinto;
Sinônimos: Encyclia radiata [Lindley]Dressler 1961 ; Epidendrum marginatum Lk., Kl. & Otto 1841 Not L.C.Rich; *Epidendrum radiatum Lindley 1841; Prosthechea radiata (Lindl.) W. E. Higgins 1997;
Origem: México, Guatemala, Honduras, Belize, Costa Rica, Panamá, Colômbia e Venezuela – entre 150 e 2000 metros de altitude;
Planta: Epífita, 10~30 centímetros;
Flor: 2,5 centímetro;
Época de floração: outono, inverno e primavera;
Longevidade das flores: 20 dias;
Fragrância: sim;
Luminosidade: média;
Umidade: média;
Temperatura: média, alta;
Dificuldade de cultivo: fácil.

1447 - Anacheilium radiatum
1447 – Anacheilium radiatum
1447 - Anacheilium radiatum
1447 – Anacheilium radiatum
1447 - Anacheilium radiatum
1447 – Anacheilium radiatum
1447 - Anacheilium radiatum
1447 – Anacheilium radiatum

Abraços!

Maxillaria madida

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A Maxillaria madida tem um aroma suave de melão. Possui um crescimento rápido e dá muitas flores na época de floração, tornando-se um vaso com um perfume muito interessante para deixar dentro de casa.

Ficha da planta

Conhecida como: Maxillaria madida Lindl. 1838;
Sinônimos: Christensonella cepula (Rchb.f.) S. Koehler 2007; Christensonella madida ( Lindl. ) Szlach. , Mytnik , Górniak & ?miszek 2006; Maxillaria cepula Rchb.f. 1855; Maxillaria crassifolia Lindl. 1872; Maxillaria echinochila Kraenzl. 1920; Maxillaria hatschbachii Schlechter 1926; Maxillaria madida var cepula [Rchb.f] Hoehne 1952; Maxillaria madida var. monophylla Cogn. 1907; Maxillaria madida var pallida [Klinge] Cogn. 1904 Maxillaria mosenii var. hatschbachii (Schltr.) Hoehne 1947; Maxillaria mosenii var. echinochila (Kraenzl.) Hoehne 1947;
Origem: Minas Gerais, Brasil;
Planta: Epífita e algumas vezes rupícola, 10~20 centímetros;
Flor: 2 centímetros;
Época de floração: primavera;
Longevidade das Flores: 15 dias;
Fragrância: suave de melão;
Luz solar: fraca;
Umidade: média;
Dificuldade de cultivo: fácil;

Maxillaria madida
Maxillaria madida

Abraços!

Barbosella dusenii

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1034 – Barbosella dusenii
1034 – Barbosella dusenii

A Barbosella dusenii é uma das minhas primeiras micros.

Sempre esteve nesta placa de xaxim, mas há anos não dava uma florada tão bela. Gosto dela porque me lembra muito meus tempos de aquarismo mais ferrenho, onde eu fazia paisagismo aquático. Havia uma planta que gostava de ter dentro do aquário, chamada glossostigma, que formava lindos carpetes. Sempre imaginei como seria se ela florisse. Bom, a resposta, mesmo que na minha imaginação, está nas fotos.

Ficha da planta

Conhecida como: Barbosella dusenii (Samp.) Schltr. 1918 SUBGENUS Barbosella;
Sinônimos: Barbosella gardneri var. dusenii (Samp.) Hoehne 1947; Restrepia dusenii Samp. 1909;
Origem: Brasil – 900 metros de altitude;
Planta: Epífita, 1~2 centímetros;
Flor: 5 milímetros;
Época de floração: outono;
Longevidade das flores: 15 dias;
Fragrância: não;
Luminosidade: baixa;
Umidade: alta;
Temperatura: média;
Dificuldade de cultivo: média;

1034 - Barbosella dusenii

1034 - Barbosella dusenii

1034 - Barbosella dusenii

1034 - Barbosella dusenii

Abraços!

Masdevallia Angel Frost

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Masdevallia Angel Frost
Masdevallia Angel Frost

Quem acompanha este blog sabe do fascínio que tenho por esta Masdevallia Angel Frost. Olhando as fotos, precisa dizer algo?

Esta foi minha primeira Masdevallia, comprada há cerca de dois anos. Ano passado deu parcas três flores. Este ano resolveu o problema da escassez, me brindando com quatorze flores.

Esta é a culpada pela minha paixão pelas Masdevallia’s, Dracula’s e adjacentes. Espécies fascinantes que nos brindam com flores diferentes e curiosas. Atenção as macros desta flor, notam a penugem que resultou no nome Angel Frost? Sim, porque se ela tivesse sido batizada aqui em Curitiba provavelmente seu nome seria Masdevallia Crosta de Geada (piadinha infame do dia).

Ficha da planta – Masdevallia Angel Frost

Conhecida como: Masdevallia Angel Frost (J & L.Orch. – 1982);
Pais: Masdevallia veitchiana e Masdevallia strobelii;
Origem: Cruzamento da Masdevallia veitchiana x Masdevallia strobelii;
Planta: Epífita, 10 centímetros, híbrido;
Flor: 4~6 centímetros, em cachos;
Época de floração: alguns dizem inverno, outros que é frequente. Eu só tive floradas no inverno;
Longevidade das flores: 7~15 dias;
Fragrância: sim;
Luminosidade: baixa;
Umidade: média, alta;
Temperatura: média, alta;
Dificuldade de cultivo: média.

Fotos

1017 - Masdevallia Angel Frost
Masdevallia Angel Frost
1017 - Masdevallia Angel Frost
Masdevallia Angel Frost
1017 - Masdevallia Angel Frost
Masdevallia Angel Frost
1017 - Masdevallia Angel Frost
Masdevallia Angel Frost
1017 - Masdevallia Angel Frost
Masdevallia Angel Frost
1017 - Masdevallia Angel Frost
Masdevallia Angel Frost
1017 - Masdevallia Angel Frost
Masdevallia Angel Frost
1017 - Masdevallia Angel Frost
Masdevallia Angel Frost

Abraços!

Trudelia cristata

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1425 – Trudelia cristata
1425 – Trudelia cristata

Ow, após um rigoroso inverno e muitas floradas e plantas congeladas, novas flores começam a surgir no jardim. Hoje irei mostrar esta fantástica planta, antes chamada de Vanda, hoje mais conhecida como Trudelia cristata.

Pode não parecer, mas é uma planta de cultivo fácil, que cresce mais ou menos aérea. Na verdade, pode ser considerada até rupícola, dependendo da vontade do cidadão que a está cultivado. Gosta de uma sombra moderadamente alta, algo em torno de 60%. Devido ao seu cultivo diferenciado, requer mais cuidados em relação as regas, principalmente se cultivada de forma aérea. Tenho curiosidade de cultivá-la assim quando finalmente terminar os arremates no orquidário.

Aliás, o novo orquidário já enfrente uma praga bem irritante. Gambás. Sim, eles comem as plantas e deixam tudo com um cheirinho agradável, daqueles que imaginamos quando assistimos os bons e velhos desenhos clássicos da Warner…

Ficha da planta – Trudelia cristata

Conhecida como: Vanda cristata Lindl. 1828 SECTION Cristatae;
Sinônimo: Aerides cristatum (Lindl.) Wall. ex Hook. 1890; Luisia striata (Rchb.f.) Kraenzl 1893; Trudelia cristata (Lindl.) Senghas 1988; Vanda striata Rchb. f. 1868;
Origem: Bangladesh, Índia, Nepal, Butão, Tibet e China – entre 600 e 2300 metros de altitude;
Planta: Epífita, rupícola e até aérea, 15 centímetros;
Flor: 2,5~5 centímetros;
Época de floração: inverno, primavera;
Longevidade das flores: 20 dias;
Fragrância: sim;
Luminosidade: média, baixa;
Umidade: média, alta;
Temperatura: média;
Dificuldade de cultivo: baixa;

Fotos

1425 - Trudelia cristata

1425 - Trudelia cristata

1425 - Trudelia cristata

1425 - Trudelia cristata

1425 - Trudelia cristata

1425 - Trudelia cristata

1425 - Trudelia cristata

Abraços!

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