Sophronitis coccinea

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Dendrochilum glumaceum

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Epidendrum prismatocarpum

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Hormidium pygmaeum

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Lockhartia lunifera

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Orquídeas

Início Orquídeas Página 3

Specklinia heterophylla

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1220 – Specklinia heterophylla

De vez em quando sou pego de surpresa com plantas que não estão em minha “listagem oficial”, como esta Specklinia heterophylla.

Estava aqui, proveniente de uma compra que fiz. Veio como brinde, nome desconhecido. Confesso que, muito surpreso, adorei a beleza singular desta flor!

Ficha da planta – Specklinia heterophylla

Conhecida como: Pleurothallis heterophylla (Barb.Rodr.) Cogn.1896 SUBGENUS Acuminatia SECTION Acuminatae Lindley 1859;
Sinônimos: Anathallis heterophylla Barb.Rodr. 1881; Pleurothallis hoehnei Schltr. 1926; Specklinia heterophylla (Barb.Rodr.) Luer 2004;
Origem: Sul e sudeste do Brasil;
Planta: Epífita, 5 centímetros;
Flor: 2 centímetros;
Época de floração: outono;
Longevidade das flores: 10~14 dias;
Fragrância: não percebi;
Luminosidade: baixa;
Umidade: moderada;
Temperatura: média;
Dificuldade de cultivo: média;

1220 - Specklinia heterophylla

Abraços!

Brassavola perrinii

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1092 - Brassavola perrini

A Brassavola perrinii é diferente e perfumada.

Seria assim que eu classificaria esta Brassavola. Diferente por ter uma forma que, vulgarmente, minha esposa chama de cebolitos ou cebolão, pela aparência das folhas. Perfumada porque é capaz de perfumar suavemente o ambiente de uma casa, além, é claro, de enfeitá-la.

Gosto muito deste gênero, apesar de não entender o porque que nunca busquei mais plantas para minha coleção. Acho que é hora de mudar isto. Quem sabe, em 2014 eu tenha novas Brassavolas por aqui.

Há tempos vi um tronco lotado com esta espécie. Eram quase dois metros de altura de uma perrinii florida, coisa mais linda. Uma pena que no dia estava sem câmera fotográfica. Quem sabe um dia cruzo novamente as estradinhas de terra em Santa Catarina, onde a vi, e tenho a oportunidade de fotografá-la.

Ficha da planta – Brassavola perrinii

Conhecida como: Brassavola perrinii Lindley 1833 SUBGENUS Sessililabia SECTION Conchoglossa;
Sinônimos: Brassavola fragrans Lem. 1853;
Origem: Brasil, Bolívia e Paraguai;
Planta: Epífita, 20~40 centímetros;
Flor: 6~8 centímetros;
Época de floração: primavera e verão;
Longevidade das flores: 15~20 dias;
Fragrância: alguns dizem que é forte. Confesso que a minha possui, mas é fraca;
Luminosidade: média;
Umidade: média para alta;
Dificuldade de cultivo: fácil.

Brassavola perrinii
Brassavola perrinii

Abraços!

Masdevallia Confetti

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Ontem falei que iria fotografar hoje a flor da minha Masdevallia Confetti. Então, fui fazer o serviço há pouco. Para minha surpresa, ela estava já bem debilitada. Até estranhei ter durado tão pouco, mas no fundo até sei o motivo. Mas tudo bem, tentei fazer o que dava para mostrar o que sobrou desta mistura tão maravilhosa.

Ficha da planta

Conhecida como: Masdevallia Confetti;
Hibridação: Masdevallia glandulosa x Masdevallia strobelii.

Masdevallia Confetti
Masdevallia Confetti

Uma pena!

Abraços!

Epigeneium amplum

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Tenho este Epigeneium amplum há algum tempo. Está sendo cultivado em uma caixeta retangular, substrato de cascas e carvão, um pouco de musgo. Está em local ventilado com luz filtrada (70%), e está recebendo a mesma quantidade de água que meus Pleurothallis importados, ou seja, uma quantidade razoável.

Nomenclatura

Epigeneium amplum (Lindl.) Summerh. 1957 SECTION Katherinea

Sinônimos: Bulbophyllum amplum (Lindl.) Rchb.f 1861; Callista ampla (Lindl.) Kuntze 1891; Callista coelogyne (Rchb. f.) Kuntze 1891; *Dendrobium amplum Lindley ex Wall. 1830; Dendrobium coelogyne Rchb.f 1871; Epigeneium annamense (Guillaumin) Seidenf. 1980; Epigeneium coelogyne (Rchb. f.) Summerh. 1957; Katherinea ampla A.D. Hawkes 1956; Katherinea coelogyne (Rchb. f.) A.D. Hawkes 1956; Sarcopodium amplum (Lindl.) Lindl. & Paxton 1850; Sarcopodium annamense Guillaumin 1955; Sarcopodium coelogyne (Rchb. f.) Rolfe 1910

Sophronitis coccinea

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O que dizer sobre a Sophronitis coccinea? Fantástica! Sua coloração é surreal, parecendo mais uma pintura do que uma planta de verdade. Gosto muito da minha (minhas, pois tenho duas boas mudas). Uma delas chegou a dar mais de 20 flores este ano.

Ficha da planta

Conhecida como: Sophronitis coccinea (Lindl.) Rchb. f. 1862
Sinônimo: Cattleya coccinea Lindley 1836; Cattleya coccinea var. rossiteriana (Barb.Rodr.) Van den Berg 2008; Cattleya grandiflora [Lindley]Beer 1854; Eunannos coccinea [Lindley] Porto & Brade 1933; Hadrolaelia coccinea ( Lindl. ) Chiron & V.P.Castro 2002; Sophronia coccinea Kuntze 1891; Sophronia militaris Kuntze 1891; Sophronitis coccinea f. rossiteriana [Barb. Rodr.] Pabst & Dungs. 1972; Sophronitis coccinea var barboleta hort.; Sophronitis coccinea var grandiflora hort.; Sophronitis coccinea var insolaris hort; Sophronitis coccinea var militaris hort; Sophronitis coccinea var rossiteriana Hort; Sophronitis grandiflora Lindley 1837; Sophronitis lowii [Hort.]Curtis 1923; Sophronitis militaris Rchb.f 1861; Sophronitis rossiteriana Barb. Rodr. 1877;
Origem: do Rio de Janeiro até o Rio Grande do Sul, de 600 a 1700 metros de altitude;
Planta: Epífita, 6 centímetros;
Flor: 3~7 centímetros;
Época de floração: entre o outono e a primavera. A minha floresce no inverno;
Longevidade das Flores: 15 dias em média;
Fragrância: ausente;
Luz solar: média para forte;
Umidade: boa, porém com drenagem;
Clima: frio;
Dificuldade de cultivo: fácil. Mas já li relatos de dificuldades com ela.

Sophronitis coccinea

Sophronitis coccinea

Sophronitis coccinea

Sophronitis coccinea

Sophronitis coccinea

Sophronitis coccinea

Abraços!

Dryadella liliputiana

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A Dryadella liliputiana tem características muito interessantes, como a forma da planta e das flores. Lembra muito outras Dryadellas, porém, é menor. Nada que diminua sua beleza, muito maior que a planta como um todo.

Ficha da planta

Conhecida como: Dryadella liliputiana [Cogn.] Luer 1978;
Sinônimos: Masdevallia liliputiana Cogn. 1906;
Origem: São Paulo, Brasil;
Planta: Epífita, 2~4 centímetros;
Flor: 1 centímetro;
Época de floração: primavera;
Longevidade das Flores: 10 dias;
Fragrância: nenhuma;
Luz solar: baixa;
Umidade: moderada;
Dificuldade de cultivo: fácil;

Dryadella liliputiana

Abraços!

Maxillaria picta

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1423-Maxillaria-picta

Maxillaria picta, ou a velha e boa carijó.

Cumé?

Sim, muitos aqui na região chamam esta pequena de carijó. Não sei o porque, para ser bem sincero, mas é um apelido carinhoso. Muito comum aqui no sul, é quase uma façanha encontrar uma coleção sem ela. Só eu tenho umas 4 touceiras espalhadas pela casa, sendo que esta que estou apresentando aqui uma de tamanho “intermediário”. A maior foi consumida pela neve/chuva congelada/geada da semana passada.

Mesmo comum, é impossível não apreciarmos sua beleza única e a perfeição de suas formas. Infelizmente este vaso só rendeu umas 30 flores – sarcasmo detected.

Observação interessante: conheço uma planta desta espécie que é gigantesca. Detalhe: cultivada em um canto de muro. Cimento. Puro.

Ficha da planta – Maxillaria picta

Conhecida como: Maxillaria picta Hook. 1832 sect. Repentes Christenson 2013;
Sinônimos: Brasiliorchis picta (Hook.) R.B.Singer, S.Koehler & Carnevali 2007; Maxillaria fuscata Klotsch 1888; Maxillaria hoehnei Schltr. 1921; Maxillaria kreysigii ex Beer Rchb.f 1854; Maxillaria kreysigii Hoffmanns. ex Regel 1856; Maxillaria leucocheila Hoffmannsegg 1843; Maxillaria monoceras Klotsch 1863; Maxillaria picta var rupestris Hooker 1832; Maxillaria punctata Hoehne not Lodd. 1949; Maxillaria rupestris var brevis Hoehne & Schlechter 1927; Maxillaria rupestris var minor Hoehne 1952;
Origem: Brasil e Argentina;
Planta: Epífita e, ocasionalmente, rupícola, 20 centímetros;
Flor: 5 centímetros;
Época de floração: inverno, primavera;
Longevidade das flores: 15~25 dias;
Fragrância: sim;
Luminosidade: média;
Umidade: média;
Temperatura: média;
Dificuldade de cultivo: baixa;

Abraços!

Maxillaria parviflora

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Bom, para os fãs de matinhos, eis a Maxillaria parviflora, que faz jus ao apelido de matinho. Touceiras vigorosas (não a minha, claro) e uma flor que pode passar desapercebida. Esta é a parviflora, ou Camaridium micranthum, nome atualmente aceito. Aliás, esta pequena plantinha tem um caminhão de nomes. As vezes me pergunto se as pessoas que as nomeiam não pesquisam antes se a planta já existe. O que também mostra a dificuldade de se nomear uma planta, pois a mesma pessoa pode nomeá-la mais de uma vez, acreditando ser uma planta diferente. Vai saber…

Ficha da planta

Conhecida como: Maxillaria parviflora (Poepp. & Endl.) Garay 1967 SECTION Ornithidium;
Sinônimos: Auliza vestita (Sw.) Acuña 1939; Camaridium micranthum M.A.Blanco 2007; Camaridium purpureum Spreng. 1826; Camaridium purpureum var parviflorum {poepp & endl.] Hoehne 1953; Camaridium vestitum Lindl. 1858; Cymbidium vestitum (Sw.) Sw. 1799; Epidendrum vestitum Sw. 1788; Maxillaria conferta (Griseb.) C. Schweinf. ex León 1946; Maxillaria exigua Regel 1855; Maxillaria purpurea (Spreng.) Ames & Correll 1943; Maxillaria purpurea var. parviflora (Poepp. & Endl.) C. Schweinf. 1945; Maxillaria purpurea var. purpurea 1945; Maxillaria simulans Ames & C. Schweinf. 1930; Maxillaria surinamensis Focke ex Rchb. f. 1863; Maxillaria vestita (Sw.) A.Lemée in ?.; Ornithidium chloroleucum Barb. Rodr. 1882; Ornithidium confertum Griseb. 1866; Ornithidium parviflorum (Poepp. & Endl.) Rchb. f. 1854; Ornithidium simulans Ames & C. Schweinf. 1930; Ornithidium vestitum [Sw] Rchb.f 1863; Ornithidium virescens Schltr. 1924; Pseudomaxillaria chloroleuca (Barb. Rodr.) Hoehne 1947; Pseudomaxillaria parviflora (Poepp. & Endl.) Brieger 1977; Pseudomaxillaria vestita (Sw.) Brieger 1977; *Scaphyglottis parviflora Poepp. & Endl. 1836;
Origem: Flórida, Índias Ocidentais, Trinidad, México, Guatemala, Belize, Honduras, Peru, Venezuela, Brasil e as Guianas, em altitudes entre 0 e 1400 metros;
Planta: epífita, 10 centímetros;
Flor: menos de 1 centímetro;
Época de floração: todas;
Longevidade das flores: não sei para os outros, para mim 2 a 3 dias;
Fragrância: não;
Luminosidade: baixa;
Umidade: média;
Temperatura: média, alta;
Dificuldade de cultivo: fácil.

Maxillaria parviflora

Abraços!

Pleurothallis purpureoviolacea

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Depois de muito tempo procurando uma purpureoviolacea à venda, eis que consegui uma mirradinha, com apenas 4 folhas. Infelizmente, a que tinha sucumbiu às dezenas de mudanças que fiz em meu orquidário até acertar meu cultivo e, confesso, nem sem em que momento a perdi.

Como as plantas deixaram de morrer à muito tempo aqui em casa, achei que era hora de trazer uma das mais célebres moradoras. Não foi fácil, ninguém tinha a planta à venda e acho que minha busca durou mais de um ano. Enfim, aí está ela, já dando o ar da graça, florida com sua cor exuberante.

Nomenclatura

Pleurothallis purpureoviolacea Cogn. 1896 SUBGENUS Arthrosia Luer 1986.

Sinônimos: Acianthera purpureoviolacea (Cogn.) F.Barros 2002; Arthrosia purpureoviolacea (Cogn.) Luer 2006; Pleurothallis piresiana Hoehne 1952; Specklinia purpureoviolacea (Cogn.) Luer 2004.

Detalhes

Epífita em florestas úmidas sob baixa luminosidade e de cultivo fácil, floresce consecutivamente de janeiro a maio. Suas flores duram cerca de 3 semanas, medindo cerca de 1 centímetro, tendo até 10 flores por haste. Originalmente encontrada nas matas do litoral de São Paulo, foi descrita em 1896 por Alfred Cogniaux como Pleurothallis purpureoviolacea. Também vista em Minas Gerais, normalmente é encontrada desde o nível do mar até 600 metros de altitude.

Curiosidade

Nota taxonômica: em 2002, com ajuda de análises moleculares, as espécies de Pleurothallidinae foram reclassificadas em gêneros menores e mais homogêneos. Hoje esta espécie é geralmente classificada no gênero Acianthera, no entanto, Carlyle Luer, especialista neste grupo de espécies, prefere dividir ainda mais e classifica-a em um grupo menor com cerca de quinze espécies chamado Arthrosia. Este pequemo grupo é fácilmente distinto das outras Acianthera por suas flores diáfanas com labelo sempre alongado e ponteagudo, com lobos laterais característicos e a presença de uma articulação circular em sua base, a qual encaixa-se perfeitamente em uma depressão na coluna como um fêmur encaixa-se na bacia. O nome do gênero sugerido por Luer é uma referência a esta articulação. Praticamente todas as espécies têm o labelo quase igual.

Tem como espécies similares a Acianthera capillaris, Acianthera auriculata e Acianthera longicauli. É facilmemte identificada por suas flores de cor escura, quase inteiramente púrpura.

Fotos

Referências

  • orchidspecies.com
  • colibriorquideas.com.br

Abraços

Coelogyne flaccida

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Em um canto do meu orquidário antigo estava este vaso de Coelogyne flaccida, esquecido. Talvez um pouco judiado, não sei. Há tempos não o via florir.

Este ano veio a reforma do orquidário. Estrutura nova, tudo de bom e do melhor, e minhas plantas tem reagido muito bem à nova casa. Quando coloquei esta Coelogyne flaccida no lugar, dei uma ajeitada nela e pendurei, pensando que logo teria que colocá-la em um novo vaso. Talvez uma caixeta grande.

Para minha surpresa, ela não esperou. Logo vieram as suas hastes florais. Oito ou nove, não sei ao certo agora. A prova que meu novo orquidário está indo muito bem mais uma vez foi posta à mesa. E esta ilustre Coelogyne voltou a reinar, mesmo que por alguns dias, no orquidário.

Nomenclatura

Coelogyne flaccida Lindl. 1828 SECTION Flaccidae Lindl.

Sinônimos: Coelogyne esquirolii Schltr. 1919; Coelogyne flaccida var. longiracemosa Roeth 2006; Coelogyne huettneriana Auct. non Rchb.f; Pleione flaccida (Lindl.) Kuntze 1891;

Detalhes

Originária de vários países asiáticos – Nepal, Índia, Butão, Laos, China e Birmânia – e situada entre 400 e 2000 metros de altitude em florestas tropicais, a Coelogyne flaccida produz densas florações pendentes e bastante perfumadas, cujo perfume é considerado pouco agradável. Eu particularmente gosto, para falar a verdade. Esta Coelogyne gosta de clima variando temperado e quente, mas vai muito bem em climas frios, pelo que tenho notado. O substratos deverá ser bem drenados e úmido, podendo ser composto de 50% de musgo misturado e 50% de cascas picadas e carvão em partes iguais. Sua floração dura em média 20 dias e normalmente cada cacho tem em média 20 flores. É uma planta de fácil cultivo e que cresce rapidamente se bem cuidada.

Trata-se de uma espécie de ampla dispersão e aspecto variável à qual alguns taxonomistas acrescentam muitos outros sinônimos. No Brasil, foram importados poucos exemplares de modo que sua cor não varia tanto assim.

Fotos

2016

2014

Coelogyne flaccida

Coelogyne flaccida

Coelogyne flaccida

Coelogyne flaccida

Coelogyne flaccida

Coelogyne flaccida

Coelogyne flaccida

Coelogyne flaccida

Referência

  • orchidspecies.com

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