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Orquídeas Archives - Página 3 de 19 - orquideas.eco.br

Dendrobium antennatum

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Isabelia pulchella

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Pabstiella pterophora

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Dryadella liliputiana

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Orquídeas

Início Orquídeas Página 3

Coelogyne cristata

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A Coelogyne cristata já floresceu várias vezes em casa, sempre com floradas exuberantes.

Tenho alguns vasos em casa, é uma planta de desenvolvimento rápido e fácil, muito aconselhada à aqueles que estão começando uma coleção. Forma grandes touceiras, que fazem com que o suas floradas sejam dignas de exposição.

Cultivo em vasos muito velhos de xaxim, coisa de mais de 30 anos de idade. Parecem gostar deles. Todas ficam embaixo de árvores, pois ali seu desenvolvimento parece melhor para mim.

Ficha da planta – Coelogyne cristata

Conhecida como: Coelogyne cristata (Lindley 1821 SECTION Coelogyne);
Sinônimos: Cymbidium speciosissimum D. Don 1825; Pleione speciosissima (D.Don) Kuntze 1891;
Origem: Ásia – Himalaia, Nepal, Butão, Java e região – entre 1500 e 2600 metros de altura;
Planta: Epífita, 15~20 centímetros;
Flor: 7~13 centímetros, várias por haste;
Época de floração: entre agosto e outubro. A minha floresce sempre em agosto;
Longevidade das flores: 30~40 dias;
Fragrância: sim;
Luminosidade: média, baixa;
Umidade: média;
Temperatura: baixa;
Dificuldade de cultivo: baixa.

Fotos

Floração de 2013

Coelogyne cristata
Coelogyne cristata
Coelogyne cristata
Coelogyne cristata

Floração de 2012

Coelogyne cristata
Coelogyne cristata
Coelogyne cristata
Coelogyne cristata
Coelogyne cristata
Coelogyne cristata
Coelogyne cristata

Abraços!

Lc. Tropical Pointer Cheetah

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1361-Lc.-Tropical-Pointer-Cheetah

O primeiro post desta nova fase deve ser especial. Para tal, a planta tem que ser mágica! E é o que este híbrido chamado Lc. Tropical Pointer Cheetah representa para mim: magia!

Tenho algumas variações de Tropical Pointer aqui, mas esta nomeada como Cheetah é fantástica. Quando a vi, em um orquidário de um amigo, não pude resistir. Em um vaso gigantesco, com sementes e tudo mais, pedi uma frente para levar e cá está ela, alguns meses depois já retribuindo com flores. Acho que é uma das combinações de cores mais fantásticas que tenho aqui na coleção.

Lc. Tropical Pointer Cheetah
Lc. Tropical Pointer Cheetah
Lc. Tropical Pointer Cheetah
Lc. Tropical Pointer Cheetah
Lc. Tropical Pointer Cheetah

Abraços!

Coelogyne lentiginosa

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1403 – Coelogyne lentiginosa

Esta Coelogyne lentiginosa é a minha mais recente aquisição.

Sei lá, olhei ela na loja de uma amiga enquanto comprava o presente de dia dos namorados e pensei: “bonitinha, não tenho, vou levar”. Está até terminando a florada, mas vou cuidar para que a do ano que vem seja bem abundante.

Ficha da planta – Coelogyne lentiginosa

Conhecida como: Coelogyne lentiginosa Lindl. 1852 SECTION Lentiginosae Pfitzer & Kraenzlin;
Sinônimos: Pleione lentiginosa (Lindl.) Kuntze 1891;
Origem: Tailândia, Vietnã e Myanmar – entre 500 e 1300 metros de altitude;
Planta: Epífita ou rupícula, 16~20 centímetros;
Flor: 4 centímetros;
Época de floração: outono;
Longevidade das flores: 10 dias;
Fragrância: sim;
Luminosidade: média, baixa;
Umidade: média;
Temperatura: alta;
Dificuldade de cultivo: baixa;

Abraços!

Bulbophyllum Louis Sander

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Sempre me esqueço de comentar, mas também adoro os Bulbophyllum’s.

A questão aqui é mais quantitativa. Esta espécie é muito vasta, impedindo um colecionador aficionado ter um plantel com a “maioria” das plantas. Mas vou compondo minha coleção com algumas bacanas. Esta, por sinal, veio com o nome errado. Era para ser outra coisa bem diferente do que saiu agora na florada. Mas isto não importa. Importante é ser uma planta saudável e com detalhes tão interessantes, como nas fotos abaixo.

Híbrido primário entre o Bulbophyllum longissimum e o Bulbophyllum ornatissimum, tem um leve perfume. Aliás, não muito agradável, visto que é para atrair insetos. Suas flores normalmente aparecem no outono ou no inverno. Requer os mesmos cuidados que a maioria dos Bulbophyllum’s.

Cultivo o meu em um vaso de cerâmica e um pequeno pedaço de xaxim, para que ele possa agarrar bem.

Bulbophyllum Louis Sander
Bulbophyllum Louis Sander
Bulbophyllum Louis Sander
Bulbophyllum Louis Sander
Bulbophyllum Louis Sander
Bulbophyllum Louis Sander

Abraços!

Lepanthes terborchii

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O Lepanthes terborchii é uma micro orquídea encontrada no Peru, epífita originária de clima frio, que floresce normalmente no inverno.

Como todo Lepanthes, é uma planta difícil de ser encontrada em coleções nacionais. Sua raridade por aqui é compensada por sua beleza, como visto nas fotos abaixo.

Nomenclatura

Lepanthes terborchii Luer & Sijm 2001.

Cultivo

Mantenha a planta em local sombreado. Pode ser cultivada em clima ameno a frio, em locais com boa circulação de ar e alta umidade. Utilize cascas extremamente finas com perlita ou musgo como substrato. Mantenha a planta sempre úmida irrigando-a constantemente.

Fotos

Referências

  • orchidspecies.com

Abraços

Acianthera glumacea

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A Acianthera glumacea é uma plantinha muito especial devido ao seu formato e volume das flores. De certa forma, é hipnotizante olha para o interior de cada uma destas micro florzinhas. Das duas mudas que tenho, uma já está aberta (fotos) e a outra ainda está apenas com as hastes. Como vieram de regiões diferentes, acho que ainda não entraram em sintonia.

Ficha da planta

Conhecida como: Pleurothallis glumacea Lindl. 1836 SUBGENUS Acianthera SECTION Tricarinatae Luer 1986;
Sinônimos: Acianthera glumacea (Lindl.) Pridgeon & M.W.Chase 2001; Humboldtia glumacea (Lindl.) Kuntze 1891; Pleurothallis alexandrae Schltr. 1922; Pleurothallis alexandrae Schltr. 1923; Pleurothallis crocea Barb.Rodr. 1881; Pleurothallis glaziovii Cogn. 1896; Pleurothallis vitellina Porsch 1905;
Origem: Sul e sudeste do Brasil – 1300 metros de altura.
Planta: Epífita, 10 centímetros;
Flor: 1~2 centímetros, várias por haste;
Época de floração: entre o verão e o outono. A minha floresceu em novembro;
Longevidade das Flores: 20 dias;
Fragrância: leve;
Luz solar: média;
Umidade: moderada;
Dificuldade de cultivo: fácil;

Acianthera glumacea
Acianthera glumacea
Acianthera glumacea
Acianthera glumacea

Abraços!

(Cattleya labiata x Cattleya schinleriana) X Laelia anceps

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Semana agitada.

Estou desmontando o orquidário. Quero ver se monto algo um pouco melhor e mais limpo no lugar dele. Estou pensando como irei fazer uma estrutura bacana e funcional. O que era para ser apenas a mudança de uma bancada se tornou uma coisa mais elaborada. Estou meio cansado de olhar aquele lugar meio largado, acumulando sujeira, insetos, lesmas, mato… enfim, quero ver se deixo mais agradável. Estou preocupado com minhas plantas, que ficarão em outro lugar aqui de casa enquanto isto. Mas vai ficar bacana. Pretendo fazer um passo a passo do que vou construir para ajudar outras pessoas, pois utilizarei materiais baratos e fáceis de encontrar.

Mas vamos lá. Esta menina sem nome específico não tinha me chamado a atenção até que tirei fotos dela. Fotogênica, não? Está linda e perfumada há duas semanas. Veio da RF Orquídeas, no dia em que fiz o curso de cultivo.

Desta vez não colocarei uma ficha para a planta simplesmente porque a mistureba é da boa e não tenho ideia dos parâmetros resultantes. Nem o Google.

Abraços!

Myoxanthus punctatus

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E eu achando que era uma Octomeria.

Micro muito diferente daquelas que estou acostumado a ter por aqui, o Myoxanthus punctatus me surpreendeu positivamente por sua beleza e singularidade. Resta saber se conseguirei cultivá-la adequadamente para que fique cada vez mais viçosa.

Estou terminando a reforma do orquidário (eu sei, se você acompanha este blog há algum tempo, vai dizer: de novo? Em breve você saberão o por quê.) e com isto tenho um cantinho especial para todas as micros. Espero que ela goste de lá.

Nomenclatura

Myoxanthus punctatus (Barb. Rodr.) Luer 1982 SUBGENUS Myoxanthus SECTION Antenella Luer 1992

Chaetocephala punctata Barb. Rodr.1882; Dubois-Reymondia punctata (Barb.Rodr.) Brieger 1977 ; Pleurothallis chaetocephala Cogn. 1896

Detalhes

Planta muito comum no Espírito Santo, em elevações entre 670 e 1500 metros, rampante, de porte médio a grande; ramicaule entre 8 e 18 centímetros de comprimento, coberto com bainhas híspidas; folha coriácea, entre 6 a 15 por 1,5 a 2 centímetros, estreitamente elíptico-oval, aguda no ápice, cuneiforme quase peciolada na base; inflorescências entre 1 a 5, fasciculadas, unifloras, sucessivas, pedúnculos de 10 milímetros de comprimento, pubescentes; pedicelo de 3 milímetros de comprimento, ovário um pouco mais comprido, bráctea floral pubescente, de mesmo comprimento que o pedicelo; sépalas amarelas, mais ou menos tingidas de marrom arroxeado, com grandes pontos roxo-escuros, a dorsal oblonga, obtusa, 8-10 x 4 milímetros, com margens ligeiramente enroladas para trás, laterais ovais, obtusas, 8-9 x 4,5 milímetros, pétalas amarelas esverdeadas, manchadas de pontos roxo-escuros, estreitamente lineares com uma base ligeiramente alargada, cerca de 8 milímetros de comprimento, ápice espesso; labelo marrom alaranjado de ápice roxo-escuro, estritamente rombóide, 6 x 3 milímetros, porção apical verrucosa, margens enroladas para trás; coluna esbranquiçada diversamente pintalgada, robusta, 4 milímetros de comprimento, asas grandes, triangulares arredondadas, pé robusto, margem do clinândrio baixa e inteira; antera fimbriada no ápice.

Myoxanthus punctatus
Myoxanthus punctatus

Referências

  • Orchidées du Brésil – As orquídeas da Serra do Castelo – Volume 2, página 198
  • Orchid Species

Abraços!

Cattleya tigrina

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1239 - Cattleya tigrina

Esta Cattleya tigrina é uma época especial para os amantes da orquidofilia.

Depois de sermos agraciados com as floradas das purpuratas, chega a vez de apreciarmos as Cattleyas, tigrinas, leopoldii, enfim, como você queira chamá-mas.

Bom, esta da foto está comigo há tempos. Judiada que só ela, resolveu soltar seus cachos perfumados. A irmã dela este ano ficou quietinha, ao contrário do ano passado, quando floresceu bem. Engraçado, pesquisando aqui vi que não postei nada sobre ela ano passado. Tenho que me redimir, postando as fotos dela também.

Ficha da planta – Cattleya tigrina

Conhecida como: Cattleya guttata Lindley 1832 SUBGENUS Falcata SECTION Guttatae [Cogn.] Withner 1989;
Sinônimos: Cattleya elatior Lindley 1831; Cattleya elatior Lindl. 1833; Cattleya granulosa Lindley var. russeliana Lindley; Cattleya guttata var. caerulea L.C.Menezes 1993; Cattleya guttata var. elatior (Lindl.) Fowlie 1977; Cattleya guttata var. immaculata Rchb.f. 1886; Cattleya guttata var. leopardina Linden & Rodigas 1885; Cattleya guttata var. purpurea Cogn. 1900; Cattleya guttata var. williamsiana Rchb.f. 1884; Cattleya guttulata Lindley; Cattleya leopoldii subsp. pernambucensis Brieger in ? ; Cattleya leopoldii var. immaculata (Rchb.f.) Fowlie 1977; Cattleya sororia Rchb.f. 1888; Cattleya sphenophora Morr. 1848; Cattleya tigrina A. Rich. 1848; Cattleya tigrina var. caerulea L.C.Menezes 1993; Cattleya tigrina var. immaculata (Rchb.f.) Braem 1984; Cattleya tigrina var. leopardina (Linden & Rodigas) Braem 1984; Cattleya tigrina var. purpurea (Cogn.) Braem 1984; Cattleya tigrina var. williamsiana (Rchb.f.) Braem 1984; Epidendrum elatius Rchb.f 1862; Epidendrum elegans Vell. 1825 [1790];
Origem: Sul do Brasil – entre 0 e 100 metros de altitude;
Planta: 10~50 centímetros;
Flor: 5~10 centímetros;
Época de floração: primavera, verão;
Longevidade das flores: 10~20 dias;
Fragrância: sim;
Luminosidade: média;
Umidade: média;
Temperatura: média;

Cattleya tigrina
Cattleya tigrina

Abraços!

Masdevallia floribunda

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1319 – Masdevallia floribunda

Masdevallia floribunda? Não, não é um palavrão, calma!

Alguns já sabem que minha paixão são as Masdevallia’s e que tenho focado um pouco mais no cultivo destas belezas. Bom, é hora de começar a colher alguns frutos. Eis a primeira grande floração dentre as plantas que adquiri no final de 2012: nada menos do que 17 flores resolveram dar o ar da graça.

Esqueçam o nome da planta. Aliás, melhor: não esqueçam. Por mais que soe como um palavrão, floribunda significa “que floresce em abundância”. E isto faz o maior sentido, visto que uma pequena touceira dar fantásticas 17 flores na primeira vez já é algo para se comemorar.

Como todas as Masdevallia’s e Dracula’s que tenho em casa, ela está em um cachepot de madeira forrado com cascas e com musgo no centro. Todas estão cheias de brotos!

Bom, melhor do que ficar falando é mostrar planta. Com direito a várias fotos desta vez.

Ficha da planta – Masdevallia floribunda

Conhecida como: Masdevallia floribunda Lindl. 1843 SUBGENUS Masdevallia SECTION Minutae Rchb.f Ex Woolw. 1896;
Sinônimos: Acinopetala floribunda (Lindl.) Luer 2006; Masdevallia galeottiana A. Rich & Galleotti 1845; Masdevallia lindeniana A. Rich & Gal. 1845; Masdevallia myriostigma C. Morr. 1869-70; Masdevallia tuerckheimii Ames 1908;
Origem: México, Costa Rica, Belize, Caribe – entre 400 e 1500 metros de altitude;
Planta: Epífita, 20 centímetros;
Flor: 2,2 centímetros;
Época de floração: primavera e outono;
Longevidade das flores: 20 dias;
Fragrância: não;
Luminosidade: baixa;
Umidade: alta;
Temperatura: média, alta;
Dificuldade de cultivo: baixa;

Abraços!

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