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Orquídeas Archives - Página 18 de 19 - orquideas.eco.br
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A magia da Laelia pumila

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Sophronitis coccinea

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Maxillaria picta

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Coelogyne flaccida

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Orquídeas

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Epigeneium amplum

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Tenho este Epigeneium amplum há algum tempo. Está sendo cultivado em uma caixeta retangular, substrato de cascas e carvão, um pouco de musgo. Está em local ventilado com luz filtrada (70%), e está recebendo a mesma quantidade de água que meus Pleurothallis importados, ou seja, uma quantidade razoável.

Nomenclatura

Epigeneium amplum (Lindl.) Summerh. 1957 SECTION Katherinea

Sinônimos: Bulbophyllum amplum (Lindl.) Rchb.f 1861; Callista ampla (Lindl.) Kuntze 1891; Callista coelogyne (Rchb. f.) Kuntze 1891; *Dendrobium amplum Lindley ex Wall. 1830; Dendrobium coelogyne Rchb.f 1871; Epigeneium annamense (Guillaumin) Seidenf. 1980; Epigeneium coelogyne (Rchb. f.) Summerh. 1957; Katherinea ampla A.D. Hawkes 1956; Katherinea coelogyne (Rchb. f.) A.D. Hawkes 1956; Sarcopodium amplum (Lindl.) Lindl. & Paxton 1850; Sarcopodium annamense Guillaumin 1955; Sarcopodium coelogyne (Rchb. f.) Rolfe 1910

Masdevallia pachyura

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1312 – Masdevallia pachyura

Mais uma Masdevallia em flor, minha Masdevallia pachyura! Ou devo chamar de Dracula? Bom, veio como Dracula, mas na pesquisa para montar este post não vi lugar algum onde ela é chamada de Dracula. Pelo menos ainda. Então, vou de Masdevallia por enquanto.

Linda, pequena, abundante. No cachepot onde a minha está estão se formando seis hastes. Esta que apresento é a primeira, precoce, já em flor.

Vou dizer uma coisa, se todas as Masdevallia’s e Dracula’s que comprei no final do ano passado forem tão belas quanto esta, vai ser melhor que prêmio na loteria.

A partir de hoje vou colocar a origem da planta (quando houver), pois muitos me perguntam e já ajuda quem quiser uma igual.

Ficha da planta

Conhecida como: Masdevallia pachyura Rchb. f. 1874 SUBGENUS Amanda SECTION Amandae Rchb.f 1874;
Sinônimos: Masdevallia aureodactyla Luer 1982; Masdevallia polysticta var. crassicaudata Rchb.f. 1881; Spilotantha pachyura (Rchb.f.) Luer 2006;
Origem: Equador e Peru – entre 1000 e 3000 metros de altura;
Planta: Epífita e terrestre, 12 centímetros;
Flor: 2 centímetros;
Época de floração: outono;
Longevidade das flores: 10 dias;
Fragrância: não;
Luminosidade: baixa;
Umidade: alta;
Temperatura: média, baixa;
Dificuldade de cultivo: média;

1312 - Masdevallia pachyura

Abraços!

Lc flava x bowringiana

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1123 – Lc flava x bowringiana

Esta Lc flava x bowringiana estava há tempos na fila de postagem.

Para falar a verdade, 2 meses exatos. Prioridades, pouco tempo, outras plantas acabaram deixando esta bela planta em segundo plano. Que injustiça!

Comprada como presente à minha esposa quando meu filho nasceu, está linda e viçosa em um vaso de cerâmica. Ano que vem promete mais flores.

Em tempo: estamos passando por mudanças no site. A primeira coisa foi o servidor. Migrei para um servidor um pouco mais funcional para aquilo que pretendo aqui no OF. Vamos ver o que acontece.

O orquidário está parado. Muita chuva em Curitiba. Não consegui ainda começar a estrutura. Estou preocupado com as plantas, elas estão começando a sentir muito o lugar temporário. Quero voltar logo ao ambiente original.

Abraços!

Acianthera panduripetala

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1358 – Acianthera panduripetala

Esta Acianthera panduripetala foi outro presente do meu amigo Marcos.

Cada dia que passo fico mais apaixonado pelas micros. E mais feliz com a generosidade dos orquidófilos de plantão. Como a Specklinia carinifera que ele me presenteou, esta Acianthera já floresceu. Na verdade isto aconteceu há um mês, mas como tenho uma fila de plantas para postar aqui, vou colocando aquelas que sinto vontade no momento. Hoje é o dia desta.

Estou meio ausente, mas não é por acaso. Muito trabalho no orquidário novo. Já temos toda a base refeita. Vamos começar a estrutura (que vai ser a grande surpresa e a grande sacada do novo orquidário) neste final de semana. Como a grana este mês está meio curta, talvez demore um pouco para terminar esta fase e a finalização. Não resisti e coloquei um espaço para um laguinho meia boca, que vou tentar deixar bacana depois. Só posso dizer que faz muita, mais muita diferença um terreno plano. Se considerarmos que estou utilizando o mesmo espaço que antes, parece que ganhei o dobro do espaço que tinha.

Voltando ao assunto…

Ficha da planta – Acianthera panduripetala

Conhecida como: Pleurothallis panduripetala Barb.Rodr. 1881 SUBGENUS Tubella Luer 1986;
Sinônimos: Acianthera panduripetala (Barb.Rodr.) Pridgeon & M.W.Chase 2001; Pleurothallis kraenzliniana Cogn. 1896; Pleurothallis panduripetala var. minor Hoehne 1930;
Origem: Brasil;
Planta: Epífita, 3~5 centímetros;
Flor: 1 centímetro;
Época de floração: primavera, verão e outono;
Longevidade das flores: 10 dias;
Fragrância: não;
Luminosidade: baixa;
Umidade: alta;
Temperatura: média;
Dificuldade de cultivo: baixa;

Abraços!

Acianthera glanduligera

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Esta Acianthera glanduligera estava em uma árvore quando mudei para minha nova casa, há dois anos. Como quase todas estavam doentes e apodrecidas, acabei optando por substituí-las por um pomar. Agora, esta pequena está acomodada em um vaso só para ela.

Ficha da planta

Conhecida como: Pleurothallis glanduligera Lindl. 1836 SUBGENUS Acianthera SECTION Brachystachyae Lindley 1859;
Sinônimos: Acianthera cearensis (Schltr.) Pridgeon & M.W.Chase 2001; Acianthera cryptoceras (Rchb.f.) F.Barros 2003; Acianthera glanduligera (Lindl.) Luer 2004; Acianthera iguapensis (Schltr.) F.Barros 2004; Anathallis iguapensis (Schltr.) Pridgeon & M.W.Chase 2001; Humboldtia glanduligera (Lindl.) Kuntze 1891; Pleurothallis altoserrana Hoehne 1929; Pleurothallis cearensis Schltr. 1921; Pleurothallis cryptoceras Rchb. 1886; Pleurothallis iguapensis Schltr. 1922;
Origem: Sul do Brasil – 900 metros de altura;
Planta: Epífita;
Flor: 1 centímetros;
Época de floração: outono e inverno;
Longevidade das Flores: 10 dias;
Fragrância: nenhuma;
Luminosidade: baixa;
Umidade: média;
Dificuldade de cultivo: fácil;

Abraços!

Lepanthes terborchii

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O Lepanthes terborchii é uma micro orquídea encontrada no Peru, epífita originária de clima frio, que floresce normalmente no inverno.

Como todo Lepanthes, é uma planta difícil de ser encontrada em coleções nacionais. Sua raridade por aqui é compensada por sua beleza, como visto nas fotos abaixo.

Nomenclatura

Lepanthes terborchii Luer & Sijm 2001.

Cultivo

Mantenha a planta em local sombreado. Pode ser cultivada em clima ameno a frio, em locais com boa circulação de ar e alta umidade. Utilize cascas extremamente finas com perlita ou musgo como substrato. Mantenha a planta sempre úmida irrigando-a constantemente.

Fotos

Referências

  • orchidspecies.com

Abraços

Acianthera oligantha

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A Acianthera oligantha é uma plantinha simpática que difere um pouco do que estamos acostumados ao ver Aciantheras. De cor chamativa, é uma interessante aquisição para qualquer coleção, formando touceiras rapidamente.

Ficha da planta

Conhecida como: Pleurothallis oligantha Barb.Rodr. 1881 SUBGENUS Acianthera SECTION Brachystachyae Lindley 1859;
Sinônimos: Acianthera oligantha (Barb.Rodr.) F.Barros 2003;
Origem: Brasil;
Planta: Epífita, 10~15 centímetros;
Flor: 1 centímetro;
Época de floração: primavera;
Longevidade das flores: 15 dias;
Fragrância: nenhuma;
Luminosidade: média;
Umidade: média;
Dificuldade de cultivo: fácil;

Acianthera oligantha

Abraços!

Rhetinantha cerifera

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A Rhetinantha cerifera foi uma grata surpresa quando floriu. Veio em uma grande touceira de outra espécie e quando floriu pude separá-la. Comprei uma e acabei levando duas. Confesso que até então não tinha visto a espécie e fiquei bastante feliz com a surpresa, já que é um florzinha muito simpática.

Ficha da planta

Conhecida como: Maxillaria cerifera Barb. Rodr. 1877;
Sinônimos: Maxillaria divaricata [Barb Rodr. Cogn 1904; Maxillaria fallax Schltr. 1929; Maxillaria nervosa Rolfe 1895; Ornithidium ceriferum (Barb. Rodr.) Barb. Rodr. 1881; Ornithidium divaricatum Barb. Rodr. 1882; Rhetinantha cerifera (Barb. Rodr.) M.A. Blanco 2007;
Origem: Brasil;
Planta: Epífita, 5~10 centímetros;
Flor: 1,5 centímetros;
Época de floração: outono e inverno;
Longevidade das flores: 15~20 dias;
Fragrância: leve;
Luminosidade: média;
Umidade: média;
Dificuldade de cultivo: fácil;

Rhetinantha cerifera

Abraços!

Barbosella miersii

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Barbosella miersii é uma das menores espécies de orquídeas brasileiras. Aqui, está cultivada em um pedaço de madeira com um pouco de fibra. Local iluminado, bem ventilado, de umidade constante.

Nomenclatura

Barbosella miersii (Lindl.) Schltr. 1918 SUBGENUS Barbosella

Sinônimos: Barbrodria miersii (Lindl.) Luer 1981; Humboldtia miersii (Lindl.) Kuntze 1891; Humboltia miersii (Lindl.) Kuntze 1891; *Pleurothallis miersii Lindl. 1842; Restrepia miersii (Lindl.) Rchb. f. 1866

Sobre

Originária do sudeste brasileiro, onde vive em florestas sombrias saturadas de umidade, pode ser encontrada mesmo dentro da cidade de São Paulo, nas florestas do Jardim Botânico. São plantas epífitas de crescimento reptante.

São plantas de rizoma rasteiro, sem ramicaule aparente, capazes de formar grandes e densos tapetes com suas folhas. Quando bem cultivadas florescem profusamente. Apresentam apenas uma flor minúscula por inflorescência, que brota em longo e finíssimo pedúnculo.

As flores que mal passam de dois milímetros, têm as sépalas laterais semi concrescidas e bem abertas em relação a sépala dorsal. As pétalas muito menores que as sépalas e menos acuminadas. O labelo é bastante pequeno em comparação às sépalas. Diferem da maioria dos gêneros desta subtribo por terem quatro polínias.

Referência

  • Wikipedia

Masdevallia Confetti

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Ontem falei que iria fotografar hoje a flor da minha Masdevallia Confetti. Então, fui fazer o serviço há pouco. Para minha surpresa, ela estava já bem debilitada. Até estranhei ter durado tão pouco, mas no fundo até sei o motivo. Mas tudo bem, tentei fazer o que dava para mostrar o que sobrou desta mistura tão maravilhosa.

Ficha da planta

Conhecida como: Masdevallia Confetti;
Hibridação: Masdevallia glandulosa x Masdevallia strobelii.

Masdevallia Confetti

Masdevallia Confetti

Uma pena!

Abraços!

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