Lc flava x bowringiana

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Epigeneium amplum

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Anathallis obovata

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Gomesa gomezoides

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Orquídeas

Início Orquídeas Página 17

Paphiopedilum leeanum – o fruto de um resgate

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O fruto de um resgate? Por que?

Este é o famoso Paphiopedilum que resgatei na rua, no lixo. Para quem ainda não leu a história, é mais ou menos assim: estava indo para o trabalho quando vi um vaso jogado em uma lixeira, perto de casa. Passei olhando, meio que não acreditando. Andei mais uma quadra pensando que parecia uma orquídea. Judiada, mas parecia. Resolvi voltar. Na época já sacava mais de partes vegetativas de uma planta, logo vi que parecia muito um Paphiopedilum. Na dúvida, melhor o certo pelo duvidoso. Peguei o vaso e o trouxe para casa. Eis que um ano depois, a flor. Melhor presente que este não poderia existir.

Vejam nas fotos que a planta ainda guarda marcas do tempo que foi maltratada, mas já possui inúmeros novos brotos. Só precisava de carinho.

Aproveitando, esta planta participa do programa de testes do SUPERthrive aqui em casa. Pelo visto, com bons resultados!

Ficha da planta – Paphiopedilum leeanum

Conhecida como: Paphiopedilum Leeanum Lawrence 1884;
Híbrido entre: Paphiopedilum insigne (pai) X Paphiopedilum spicerianum (mãe);
Planta: Híbrido nativo, terrestre, 20 centímetros;
Flor: 8 centímetros;
Época de floração: inverno;
Longevidade das flores: 30 dias;
Fragrância: não;
Luminosidade: média, alta;
Umidade: média, alta;
Temperatura: média;
Dificuldade de cultivo: baixa;

1421 - Paphiopedilum leeanum

Abraços!

Eurystyles actinosophila

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1124 – Eurystyles actinosophila

Bom, a Eurystyles actinosophila é uma orquídea que, se você olhar, em um primeiro momento você irá achar que é qualquer coisa, menos uma orquídea.

Claro, os entendidos no assunto saberão.

Mas nós, pessoas comuns, não. Eu mesmo já olhei para uma árvore cheia destas preciosidades e não me liguei. Até comentei com minha esposa que não era. Ela insistia que era. Bom, no final ela tinha razão… (o que não é novidade!).

Impressionante o mini buquê que está plantinha forma… sua flor na verdade é uma roseta com um conjunto de várias micro flores distribuídas harmonicamente. Impossível não se apaixonar.

De cuidado delicado, aqui em casa tem ido bem. Conheço experts que não conseguem cultivá-la de jeito nenhum, o que me faz achar que tudo é uma questão de sorte.

Ficha da planta

Conhecida como: Eurystyles actinosophila (Barb. Rodr.) Schltr. 1925;
Sinônimos: Spiranthes actinosophila Barb. Rodr. 1881; Stenoptera actinosophila (Barb.Rodr.) Cogn. 1895; Stenorrhynchos actinosophilum Barb.Rodr. 1881; Trachelosiphon actinosophilum (Barb.Rodr.) Schltr. 1920;
Origem: Brasil – entre 900 e 1600 metros de altura;
Planta: Epífita, 2,5 centímetros;
Flor: 3 milímetros;
Época de floração: verão e outono;
Longevidade das flores: 10 dias;
Fragrância: não;
Luminosidade: baixa;
Umidade: alta;
Temperatura: média;
Dificuldade de cultivo: alta;

Abraços!

Cattleya x guatemalensis

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Minha Cattleya x guatemalensis está sempre florindo. Entretanto, temos uma luta praticamente eterna contra cochonilhas e manchas nesta planta. Aparentemente, nos últimos tempos isso estabilizou. Mas é uma planta que aqui demanda atenção e cuidados constantes. Está plantada em uma caixeta com cascas como substrato.

Nomenclatura

Cattleya x guatemalensis Moore 1861 SUBGENUS Circumvola SECTION Moradae Withner 1989

Sinônimos: Cattleya × guatemalensis var. wischhuseniana Rchb.f. 1888; Cattleya pachecoi Ames and Correl 1943; Cattleya skinneri Batem. var parviflora Hook. 1856; Guarianthe × deckeri (Klotzsch) Roeth 2006; Guarianthe × guatemalensis ( T.Moore ) W.E.Higgins 2004; Guarianthe × guatemalensis var. pachecoi (Ames & Correll) J.M.H.Shaw 2007; Guarianthe × laelioides (Lem.) Van den Berg 2015; Guarianthe × laelioides f. pachecoi (Ames & Correll) Van den Berg 2015

Sobre

Esta espécie é um híbrido de ocorrência natural das espécies Cattleya auriantiaca e Cattleya skinneri. É encontrada no México, Guatemala, Honduras e Nicarágua como uma epífita de grande tamanho, de crescimento em ambientes quentes de florestas de baixa altitude, no alto de grandes árvores em pleno sol. Possui pseudobulbos rugosos e clavados, envolvidos por bainhas evanescentes, carregando 2 folhas e flores apicais, elípticas e agudas. Floresce no final do inverno e início da primavera em uma ponta de cerca de 13cm de comprimento, produzindo várias inflorescências surgindo em apenas um pseudobulbo.

Dracula vampira

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Os que me conhecem sabem do meu fascínio por espécies como Masdevallia e Dracula. Não é muito difícil explicar com exatidão o porquê desta paixão, pois, se pensarmos bem, são espécies diferentes da grande maioria das que encontramos aqui no Brasil e também são agraciadas com um conjunto cultivo-flor muito diferenciado e específico.

Não convenci, não é?

Bom, talvez o importante aqui não seja o porquê do gosto de cada um e sim a beleza que isto pode proporcionar à todos. Pensando assim, nada mais justo que começar os posts do ano compartilhando uma destas maravilhas que tive o prazer de ver florir aqui em casa.

A Dracula vampira não é famosa por ser uma das Draculas que se enquadram naquela febre de plantas com cara de macaco (que por sinal, tenho a Dracula simia original em casa, o dia que abrir vou mostrar a todos como ela realmente é). A Dracula vampira ofusca pelo seu tamanho e aparência vampiresca, como o próprio nome diz. E sua beleza é absurdamente descomunal.

Antes das fotos e informações, é importante lembrar: sementes de orquídeas, como as que vendem no Mercado Livre, são pura enganação. Não saia daqui querendo comprar esta planta e caia no conto do vigário. Procure orquidários renomados e que vendam a planta já adulta. Se quiser saber mais, clique aqui.

Nomenclatura

Dracula vampira [Luer]Luer 1978 SUBGENUS Dracula SECTION Dracula SUBSECTION Dracula SERIES Dracula.

Sinônimos: Dracula ubanquia Luer & Andreeta 1980; Masdevallia vampira Luer 1978.

Detalhes

Orquídea epífita de médio porte, de clima frio, encontrada no oeste do Equador em elevações de 1800 à 2200 metros. Possui caules agrupados e eretos, envolvidos por 2 ou 3 bainhas truncadas, tubulares, portadoras de um único apical ereto, elíptico-obovado, agudo, reduzindo-se gradualmente abaixo para a folha. De inflorescência basal, pendente à horizontal, é capaz de soltar várias flores sucessivas, de 3 a 6 cm, com até 6 brácteas obliquamente tubulares. É capaz de florescer em qualquer época do ano.

Fotos

Referências

  • orchidspecies.com

Abraços

Octomeria palmyrabellae

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Esta pequena Octomeria palmyrabellae está aqui por acaso.

Quando comprei um vaso com uma Maxillaria, tinha um pedacinho desta Octomeria no cantinho do vaso. Deixei lá. Na verdade, nunca mais lembrei dela. Este ano ela resolveu dar algumas flores. Como não estava na época da tal Maxillaria, nem olhava para o vaso. Foi então que ela resolveu me chamar a atenção, exalando um perfume maravilhoso de mel pelo orquidário.

Bingo! Achei, fotografei e classifiquei. Apreciei sua florada até o fim, perfumando a sala de minha casa. Linda planta, de fácil cultivo.

Ficha da planta

Conhecida como: Octomeria palmyrabellae Barb.Rodr. 1937;
Sinônimos: Não há;
Origem: Paraná e São Paulo;
Planta: Epífita, 15~20 centímetros;
Flor: 1~1,5 centímetros;
Época de floração: outono;
Longevidade das flores: 10 dias;
Fragrância: sim, mel;
Luminosidade: média;
Umidade: média;
Temperatura: média;
Dificuldade de cultivo: baixa;

Fotos

Abraços!

Epidendrum difforme

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Gosto de Epidendrum’s como este Epidendrum difforme. Muitos acham demasiadamente comum, como Oncidium’s amarelinhos. Eu não.

A variedade de Epidendrum’s é fascinante. Este difforme saiu aqui em casa por acaso. Provavelmente achei em algum lugar, trouxe para casa e esqueci da sua existência. Agora, em flor, pude apreciá-lo da maneira que ele merece, além de colocá-lo em um lugarzinho melhor que a madeira velha em que ele se encontrava.

Pelo que vi na internet, forma belas touceiras. O jeito é aguardar.

Ficha da planta

Conhecida como: Epidendrum difforme Jacq. 1760 GROUP Difforme type;
Sinônimos: Amphiglottis difformis [Jacq.]Britt. 1924; Auliza difformis [Jacq.]Small 1913; Epidendrum arachnoideum Barb. Rodr. 1877; *Epidendrum difforme (Jacq.) Sw. 1760; Epidendrum radiatum Hoffmanns. 1842; Epidendrum virens Hoffmanns. 1841; Hormidium virens (Hoffmanns.) Brieger 1960;
Origem: Florestas tropicais do continente americano – entre 0 e 3000 metros de altitude;
Planta: Epífita, 5~10 centímetros;
Flor: 2,5 centímetros;
Época de floração: primavera e verão;
Longevidade das flores: 20 dias;
Fragrância: não;
Luminosidade: baixa;
Umidade: média;
Dificuldade de cultivo: baixa.

Abraços!

Laelia jongheana

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Hadrolaelia jongheana é uma planta nativa de Minas Gerais, cresce em árvores nas altitudes de 1300 a 1600 metros. Requer excelente drenagem de substrato e iluminação quase direta. Aqui em casa ela encontra-se em uma placa de xaxim convivendo com uma  Huntleya meleagris (uma de cada lado da placa). Floresce normalmente de agosto a dezembro. Aqui em casa floresceu em agosto/setembro. Gosta de luz forte, por isto a mantenho na porta do orquidário, assim ela pega luz grande parte do dia.

Gosto muito desta planta, foi uma das primeiras que tive contato, ainda na casa de minha mãe. A beleza de suas cores atrai muitos orquidófilos e mateiros, fazendo com que esta espécie encontre-se ameaçada de extinção.

Ficha da planta

Nome específico: Laelia jongheana Rchb. f. 1872 SUBGENUS Crispae SECTION Hadrolaelia Schlechter
Sinônimos: Bletia jongheana Rchb.f 1872; Cattleya jongheana (Rchb.f.) Van den Berg 2008; Hadrolaelia jongheana ( Rchb.f. ) Chiron & V.P.Castro 2002; Sophronitis jongheana (Rchb. f.) C. Berg & M.W. Chase 2000;
Origem: Brasil;
Tamanho da planta: 9~13 centímetros;
Tamanho da flor: 7~15 centímetros;
Época de floração: Verão;
Longevidade das Flores: 15~18 dias;
Fragrância: não perfumado;
Luz solar: de moderada para forte e direta;
Dificuldade de cultivo: considero fácil.

Laelia jongheana

Laelia jongheana

Abraços!

Myoxanthus punctatus

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E eu achando que era uma Octomeria.

Micro muito diferente daquelas que estou acostumado a ter por aqui, o Myoxanthus punctatus me surpreendeu positivamente por sua beleza e singularidade. Resta saber se conseguirei cultivá-la adequadamente para que fique cada vez mais viçosa.

Estou terminando a reforma do orquidário (eu sei, se você acompanha este blog há algum tempo, vai dizer: de novo? Em breve você saberão o por quê.) e com isto tenho um cantinho especial para todas as micros. Espero que ela goste de lá.

Nomenclatura

Myoxanthus punctatus (Barb. Rodr.) Luer 1982 SUBGENUS Myoxanthus SECTION Antenella Luer 1992

Chaetocephala punctata Barb. Rodr.1882; Dubois-Reymondia punctata (Barb.Rodr.) Brieger 1977 ; Pleurothallis chaetocephala Cogn. 1896

Detalhes

Planta muito comum no Espírito Santo, em elevações entre 670 e 1500 metros, rampante, de porte médio a grande; ramicaule entre 8 e 18 centímetros de comprimento, coberto com bainhas híspidas; folha coriácea, entre 6 a 15 por 1,5 a 2 centímetros, estreitamente elíptico-oval, aguda no ápice, cuneiforme quase peciolada na base; inflorescências entre 1 a 5, fasciculadas, unifloras, sucessivas, pedúnculos de 10 milímetros de comprimento, pubescentes; pedicelo de 3 milímetros de comprimento, ovário um pouco mais comprido, bráctea floral pubescente, de mesmo comprimento que o pedicelo; sépalas amarelas, mais ou menos tingidas de marrom arroxeado, com grandes pontos roxo-escuros, a dorsal oblonga, obtusa, 8-10 x 4 milímetros, com margens ligeiramente enroladas para trás, laterais ovais, obtusas, 8-9 x 4,5 milímetros, pétalas amarelas esverdeadas, manchadas de pontos roxo-escuros, estreitamente lineares com uma base ligeiramente alargada, cerca de 8 milímetros de comprimento, ápice espesso; labelo marrom alaranjado de ápice roxo-escuro, estritamente rombóide, 6 x 3 milímetros, porção apical verrucosa, margens enroladas para trás; coluna esbranquiçada diversamente pintalgada, robusta, 4 milímetros de comprimento, asas grandes, triangulares arredondadas, pé robusto, margem do clinândrio baixa e inteira; antera fimbriada no ápice.

Myoxanthus punctatus

Myoxanthus punctatus

Referências

  • Orchidées du Brésil – As orquídeas da Serra do Castelo – Volume 2, página 198
  • Orchid Species

Abraços!

Stanhopea lietzei

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1091 - Stanhopea lietzei

A primeira coisa que uma pessoa pensa ao entrar na sala de casa quando a Stanhopea lietzei está florida é no cheiro de naftalina. O perfume naftalínico desta planta pode afugentar alguns apreciadores de sua beleza, mas não a mim.

É uma planta que surpreende aqueles que não conhecem muitas espécies de orquídeas. Sua maneira de florir é interessante: os cachos florais saem por baixo, necessitando que a planta esteja acondicionada em caixetas que permitam que as flores tenham a liberdade de sair sem muitos obstáculos.

Ficha da planta – Stanhopea lietzei

Conhecida como: Stanhopea lietzei (Regel) Schltr. 1926 SUBGENUS Stanhopea SECTION Wardii;
Sinônimos: Stanhopea brasiliensis hort. ex Brieger 1984; Stanhopea graveolens var. aurata Hoehne (non Ldl.) 1942; Stanhopea graveolens var. concolor Porsch 1908; *Stanhopea graveolens var. lietzii Regel 1891; Stanhopea graveolens var. straminea Porsch 1908;
Origem: Floresta Atlântica de Minas Gerais, Espírito Santo, Paraná, São Paulo e Santa Catarina – entre 100 e 800 metros de altitude; Planta: 10~50 centímetros;
Flor: 10 centímetros;
Época de floração: primavera e verão;
Longevidade das flores: 10 dias;
Fragrância: forte, perfume de naftalina;
Luminosidade: baixa;
Umidade: média;
Temperatura: média, alta.

Fotos

Stanhopea lietzei

Stanhopea lietzei

Stanhopea lietzei

Stanhopea lietzei

Stanhopea lietzei

Abraços!

Blc. Nobile’s Honey “Red Maroon”

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Este Blc. Nobile’s Honey “Red Maroon” é mais uma proveniente da Exposição do último final de semana. Como disse estes dias, minha ideia ao ir na exposição era comprar somente a Baldin. Mas é difícil não nos encantamos com tantas belezas que ali estão.

Ok, algumas com preços exorbitantes.

Mas, em geral, plantas acessíveis e bonitas. Esta, por sinal, eu não comprei. Minha mãe deu de presente à minha esposa. Mas não importa, está lá em casa, então é um pouquinho minha também… 🙂

Infelizmente não vou colocar a ficha dela. Não porque é um híbrido, mas porque esqueci o site que mostra toda árvore de plantas e híbridos que geraram esta planta. Aliás, quem souber, poderia me fazer o favor de deixar nos comentários? Eu agradeceria…

É bem perfumada e com uma cor que lembra um veludo reluzente. Confesso que adoro estas de tonalidades escuras. Foge um pouco do padrão azulado e amarelado que vemos na grande maioria.

Abraços!

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