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Cattleya x guatemalensis

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Pleurothallis mystax
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Pleurothallis mystax

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Masdevallia ignea

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Masdevallia roseola

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Dendrobium thyrsiflorum

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Orquídeas

Início Orquídeas Página 16

Dichaea cogniauxiana

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No começo achei que seria complicado manter a Dichaea cogniauxiana em minha casa. Os cuidados com a iluminação e umidade necessários para mantê-la acabaram se mostrando bem menos trabalhosos do que a grande maioria das pessoas comentavam. No fim, está no meu orquidário numa boa, sem cuidados muito específicos. E indo muito bem!

Ficha da planta

Conhecida como: Dichaea cogniauxiana Schltr. 1922;
Origem: floresta Atlântica nos estados do Espírito Santo, Rio de Janeiro, São Paulo, Rio Grande do Sul, Santa Catarina, Paraná, Mato Grosso e Minas Gerais – entre 300 e 1700 metros de altitude.
Planta: Epífita, 20 centímetros;
Flor: 7 milímetros;
Época de floração: verão;
Longevidade das flores: 15 dias;
Fragrância: nenhuma;
Luminosidade: baixa;
Umidade: alta;
Dificuldade de cultivo: fácil;

Dichaea cogniauxiana
Dichaea cogniauxiana

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Acianthera oligantha

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A Acianthera oligantha é uma plantinha simpática que difere um pouco do que estamos acostumados ao ver Aciantheras. De cor chamativa, é uma interessante aquisição para qualquer coleção, formando touceiras rapidamente.

Ficha da planta

Conhecida como: Pleurothallis oligantha Barb.Rodr. 1881 SUBGENUS Acianthera SECTION Brachystachyae Lindley 1859;
Sinônimos: Acianthera oligantha (Barb.Rodr.) F.Barros 2003;
Origem: Brasil;
Planta: Epífita, 10~15 centímetros;
Flor: 1 centímetro;
Época de floração: primavera;
Longevidade das flores: 15 dias;
Fragrância: nenhuma;
Luminosidade: média;
Umidade: média;
Dificuldade de cultivo: fácil;

Acianthera oligantha

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Lockhartia lunifera

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1117 - Lockhartia lunifera
1117 - Lockhartia lunifera

A Lockhartia lunifera é uma das orquídeas que mais gosto.

Os desatentos ou iniciantes irão olhar para uma planta desta na natureza e achar que ela é apenas mais um matinho, entre tantos outros. Ledo engano, este matinho produz floradas maravilhosas que, em grandes touceiras, é capaz de maravilhar até o mais cético dos observadores.

Está entre as minhas favoritas. Espero um dia que a minha desenvolva ao ponto de ser uma grande touceira!

Ficha da planta – Lockhartia lunifera

Conhecida como: Lockhartia lunifera (Lindl.) Rchb. f. 1852;
Sinônimos: Fernandezia lunifera Lindley 1831; Fernandezia robusta Klotsch non Batem;
Origem: Brasil;
Planta: Epífita, 10~30 centímetros;
Flor: 2 centímetros;
Época de floração: primavera e verão;
Longevidade das flores: 15 dias;
Fragrância: nenhuma;
Luminosidade: média;
Umidade: média;
Dificuldade de cultivo: fácil;

Fotos

Lockhartia lunifera
Lockhartia lunifera – Semente
Lockhartia lunifera
Lockhartia lunifera

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Dendrochilum glumaceum

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Como a maioria dos Dendrochilum, este Dendrochilum glumaceum é uma planta fantástica de florada abundante.

Na verdade, até ela florescer, não sabia o que estava por vir. E quão grata foi a surpresa ao conhecer a florada desta planta. Recomendo a todos os colecionadores, pois forma um belíssimo arranjo floral em sua sala. E cresce muito rápido, em poucos anos a touceira fica enorme!

Ficha da planta – Dendrochilum glumaceum

Conhecida como: Dendrochilum glumaceum Lindl. 1878 SECTION Platyclinis [Benth.] Pfitzer;
Sinônimos: Acoridium glumaceum [Lindley]Rolfe 1881; Dendrochilum glumaceum var validum [Rolfe] Pfitz. 1907; Platyclinis glumacea Benth. ex Hemsl. 1881;
Origem: Filipinas – de 500 a 2300 metros de altura;
Planta: Epífita ou rupícola, 30 centímetros;
Flor: 1,25 centímetros;
Época de floração: outono e primavera;
Longevidade das flores: 15~30 dias;
Fragrância: leve;
Luminosidade: média;
Umidade: média;
Dificuldade de cultivo: fácil.

Fotos

1169 – Dendrochilum glumaceum
Dendrochilum glumaceum
1169 – Dendrochilum glumaceum
Dendrochilum glumaceum
1169 – Dendrochilum glumaceum
Dendrochilum glumaceum
1169 – Dendrochilum glumaceum
Dendrochilum glumaceum
1169 – Dendrochilum glumaceum
Dendrochilum glumaceum
1169 – Dendrochilum glumaceum
Dendrochilum glumaceum
1169 – Dendrochilum glumaceum
Dendrochilum glumaceum

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Rhetinantha cerifera

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A Rhetinantha cerifera foi uma grata surpresa quando floriu. Veio em uma grande touceira de outra espécie e quando floriu pude separá-la. Comprei uma e acabei levando duas. Confesso que até então não tinha visto a espécie e fiquei bastante feliz com a surpresa, já que é um florzinha muito simpática.

Ficha da planta

Conhecida como: Maxillaria cerifera Barb. Rodr. 1877;
Sinônimos: Maxillaria divaricata [Barb Rodr. Cogn 1904; Maxillaria fallax Schltr. 1929; Maxillaria nervosa Rolfe 1895; Ornithidium ceriferum (Barb. Rodr.) Barb. Rodr. 1881; Ornithidium divaricatum Barb. Rodr. 1882; Rhetinantha cerifera (Barb. Rodr.) M.A. Blanco 2007;
Origem: Brasil;
Planta: Epífita, 5~10 centímetros;
Flor: 1,5 centímetros;
Época de floração: outono e inverno;
Longevidade das flores: 15~20 dias;
Fragrância: leve;
Luminosidade: média;
Umidade: média;
Dificuldade de cultivo: fácil;

Rhetinantha cerifera

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Pleurothallis grobyi

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O Pleurothallis grobyi é uma das espécies mais simpáticas que conheço. Não tem como não se apaixonar por esta moitinha de flores delicadas. Dada as circunstâncias, ou seja, sempre esteve largada no meu orquidário, sem adubação nem nada, é uma espécie de fácil cultivo, pois sempre está florescendo. Mantenho perto do laguinho por questões de umidade e mais nada.

Ficha da planta

Conhecida como: Pleurothallis grobyi Bateman ex Lindl. 1835 SUBGENUS Specklinia SECTION Hymenodanthae SUBSECTION Longicaulae [Barb. Rodr.] Luer 1986;
Sinônimos: Humboldtia crepidophylla (Rchb.f.) Kuntze 1891; Humboldtia grobyi (Bateman ex Lindl.) Kuntze 1891; Humboldtia trilineata (Barb.Rodr.) Kuntze 1891; Humboltia crepidophylla (Rchb. f.) Kuntze 1891; Humboltia grobyi (Bateman ex Lindl.) Kuntze 1891; Humboldtia marginalis (Rchb. f.) Kuntze 1891; Lepanthes marmorata Barb.Rodr. 1881; Lepanthes trilineata (Barb.Rodr.) Barb.Rodr 1881; Pabstiella ezechiasi (Hoehne) Luer 2007; Pleurothallis arevaloi Schltr. 1924; Pleurothallis barbosae Schltr. 1921; Pleurothallis biglandulosa Schltr. 1922; Pleurothallis choconiana S. Wats. 1888; Pleurothallis crepidophylla Rchb. f. 1878; Pleurothallis ezechiasi Hoehne 1946; Pleurothallis grobyi var. trilineata (Barb.Rodr.) Cogn. 1896; Pleurothallis lindleyana Cogn. 1896; Pleurothallis marginalis Rchb. f. 1855; Pleurothallis marginata (Rich.)Cogn 1896; Pleurothallis marmorata (Barb.Rodr.) Cogn. 1896; Pleurothallis panamensis Schltr. 1921; Pleurothallis pergracilis Rolfe 1893; Pleurothallis perplexa Rchb.f. 1860; Pleurothallis surinamensis H.Focke 1849; Pleurothallis trilineata Barb.Rodr. 1877; Specklinia biglandulosa (Schltr.) Pridgeon & M.W.Chase 2001; Specklinia ezechiasi (Hoehne) Luer 2004; Specklinia grobyi (Bateman ex Lindl.) F. Barros 1984; Specklinia marginalis (Rchb.f.) F.Barros 1983 publ. 1984;
Origem: México, Belize, Guatemala, El Salvador, Nicarágua, Costa Rica, Venezuela, Colômbia, Equador, Peru, Brasil, Guiana Francesa, Suriname e Guiana – altitudes de 60 a 3200 metros;
Planta: Epífita, 2~8 centímetros;
Flor: 0,4~0,8 milímetros;
Época de floração: todas;
Longevidade das Flores: 15 dias;
Fragrância: nenhuma;
Luminosidade: baixa;
Umidade: média a alta;
Dificuldade de cultivo: fácil;

Abraços!

Campylocentrum grisebachii

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O Campylocentrum grisebachii é a menor espécie aqui de casa. Com um leve perfume e sem folhas, impressiona pelo tamanho e delicadeza de suas flores.

Ficha da planta

Conhecida como: Campylocentrum grisebachii Cogn. 1906;
Sinônimos: Campylocentrum burchellii Cogn. 1906; Campylocentrum chlororhizum Porsch 1905;
Origem: Argentina, Paraguai e sul do Brasil – de 0 até 1000 metros;
Planta: Epífita, 40 centímetros;
Flor: 2,5 milímetros;
Época de floração: inverno;
Longevidade das Flores: 15 dias;
Fragrância: leve;
Luminosidade: baixa;
Umidade: alta;
Dificuldade de cultivo: médio;

Campylocentrum burchellii

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Dendrobium kingianum

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O Dendrobium kingianum tem uma cor muito singular. Mas já estou procurando a alba desta espécie, quem tiver me avise!

Ficha da planta

Conhecida como: Dendrobium kingianum Bidwill ex Lindley 1844 SECTION Dendrocoryne;
Sinônimos: Callista kingiana (Bidwill ex Lindl.) Kuntze 1891; Dendrobium kingianum subsp. carnarvonense Peter B.Adams in P.B.Adams & S.D.Lawson 1995; Dendrobium kingianum subvar. pallidum A.H.Kent 1888; Dendrobium kingianum var. album B.S.Williams 1888; Dendrobium kingianum var. aldersonae F.M.Bailey 1905; Dendrobium kingianum var. pallidum F.M.Bailey 1885; Dendrobium kingianum var. pulcherrimum Rupp 1943 publ. 1944; Dendrobium kingianum var. silcockii F.M.Bailey 1902; Dendrocoryne kingianum (Bidwill ex Lindl.) Brieger 1981; Thelychiton carnarvonensis (Peter B.Adams) M.A.Clem. & D.L.Jones 2002; Thelychiton kingianus (Bidwill ex Lindl.) M.A.Clem. & D.L.Jones 2002; Thelychiton pulcherrimus (Rupp) M.A.Clem. & D.L.Jones 2002; Tropilis kingiana (Bidwill ex Lindl.) Butzin 1982;
Origem: Austrália – de 50 até 1200 metros;
Planta: Epífita, 40 centímetros;
Flor: 2~3 centímetros;
Época de floração: inverno e primavera;
Longevidade das Flores: 15~20 dias;
Fragrância: leve;
Luminosidade: média;
Umidade: média;
Dificuldade de cultivo: fácil;

Dendrobium kingianum
Dendrobium kingianum

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Bulbophyllum saltatorium

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A Bulbophyllum saltatorium é conhecido também como Bulbophyllum miniatum aqui no Brasil, este Bulbophyllum é muito interessante devido a sua penugem.

Ficha da planta

Conhecida como: Bulbophyllum saltatorium Lindl. 1837 SECTION Lupulina;
Sinônimos: Bulbophyllum alinae Szlach. 2001; Bulbophyllum calamarium Lindl. 1848; Bulbophyllum kindtianum De Wild. 1904; Bulbophyllum nudiscapum Rolfe 1909; Bulbophyllum rupincolum Rchb.f. 1865; Bulbophyllum saltatorium var. calamarium (Lindl.) J.J.Verm. 1986; Bulbophyllum schinzianum Kraenzl. ex De Wild. & T. Durand 1862; Bulbophyllum schinzianum var. phaeopogon (Schltr.) J.J.Verm. 1986; Phyllorchis calamaria (Lindl.) Kuntze 1891; Phyllorchis saltatoria (Lindl.) Kuntze 1891;
Origem: Gana, Costa do Marfim, Libéria, Nigéria, Siera Leoa, Camarões, Congo, Guiné Equatorial, Gabão, Golfo da Guiné, Zaire, Ruanda, Angola e Uganda – florestas abaixo de 900 metros;
Planta: Epífita, 10~15 centímetros;
Flor: 2 centímetros;
Época de floração: inverno;
Longevidade das Flores: 10~20 dias;
Fragrância: nenhuma;
Luminosidade: baixa;
Umidade: alta;
Dificuldade de cultivo: fácil;

Abraços!

Acianthera glanduligera

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Esta Acianthera glanduligera estava em uma árvore quando mudei para minha nova casa, há dois anos. Como quase todas estavam doentes e apodrecidas, acabei optando por substituí-las por um pomar. Agora, esta pequena está acomodada em um vaso só para ela.

Ficha da planta

Conhecida como: Pleurothallis glanduligera Lindl. 1836 SUBGENUS Acianthera SECTION Brachystachyae Lindley 1859;
Sinônimos: Acianthera cearensis (Schltr.) Pridgeon & M.W.Chase 2001; Acianthera cryptoceras (Rchb.f.) F.Barros 2003; Acianthera glanduligera (Lindl.) Luer 2004; Acianthera iguapensis (Schltr.) F.Barros 2004; Anathallis iguapensis (Schltr.) Pridgeon & M.W.Chase 2001; Humboldtia glanduligera (Lindl.) Kuntze 1891; Pleurothallis altoserrana Hoehne 1929; Pleurothallis cearensis Schltr. 1921; Pleurothallis cryptoceras Rchb. 1886; Pleurothallis iguapensis Schltr. 1922;
Origem: Sul do Brasil – 900 metros de altura;
Planta: Epífita;
Flor: 1 centímetros;
Época de floração: outono e inverno;
Longevidade das Flores: 10 dias;
Fragrância: nenhuma;
Luminosidade: baixa;
Umidade: média;
Dificuldade de cultivo: fácil;

Abraços!

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