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Orquídeas Archives - orquideas.eco.br
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Anacheilium allemanoides

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Masdevallia pachyura

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Paphiopedilum Leeanum

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Dendrochilum wenzelii

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Orquídeas

Início Orquídeas

Dryadella albicans

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1320 – Dryadella albicans

Quem acompanha este blog sabe do meu fascínio por Masdevallias e Draculas. E Dryadella, como esta Dryadella albicans.

Dryadellas não deixam de ser Masdevallias, apenas reclassificadas. Talvez por serem plantas de menor porte, pelo que vejo pelas minhas. Enfim, eis que olho este vasinho no final de semana e me deparo com esta beleza! Para quem só conhecia as Dryadellas mais escurar, ver a mesma planta neste tom de cor foi um grande motivo para sorrir: que belo presente da natureza!

Ficha da planta – Dryadella albicans

Conhecida como: Dryadella albicans (Luer) Luer 1978;
Sinônimos: Masdevallia albicans Luer 1978;
Origem: da Costa Rica até o Equador – entre 400 e 2400 metros de altitude;
Planta: Epífita, 3 centímetros;
Flor: 1,25 centímetros;
Época de floração: aqui foi no inverno, mas quem sabe pode dar o ano todo;
Longevidade das flores: 15 dias;
Fragrância: sim;
Luminosidade: baixa;
Umidade: média, alta;
Temperatura: média;
Dificuldade de cultivo: média;

1320 - Dryadella albicans

Abraços!

Pleurothallis sclerophylla

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Eu simplesmente adoro esta espécie. A Pleurothallis sclerophylla é uma dos meus Pleurothallis favoritos. Por quê?

Bem, quando entrei neste mundo de micro-orquídeas, esta foi uma das minhas primeiras espécies. O tempo passou e agora eu tenho uma grande touceira, com uma planta muito bonita.

Agora, é hora de mudar o vaso e ver esta orquídea crescer mais e, esperançosamente, tornar-se um destaque em alguma exposição por aqui.

O que você acha dela?

Nomenclatura

Pleurothallis sclerophylla Lindl. 1835-6 SUBGENUS Specklinia SECTION Acuminatae Lindley 1859.

Anathallis sclerophylla (Lindl.) Pridgeon & M.W.Chase 2001; Anathallis secunda Barb. Rodr. 1882; Humboldtia sclerophylla (Lindl.) Kuntze 1891; Humboldtia stenopetala (Lodder ex Lindl.) Kuntze 1891; Humboltia sclerophylla (Lindl.) Kuntze 1891; Humboltia stenopetala (Lodder ex Lindl.) Kuntze 1891; Pleurothallis lamprophylla Schltr. 1918; Pleurothallis listrostachys Rchb. f. 1855; Pleurothallis ottonis Schltr 1929; Pleurothallis peregrina Ames 1923; Pleurothallis poasensis Ames 1922; Pleurothallis stenopetala Lodd. ex Lindl. 1838; Pleurothallis tricora Schltr. 1916; Pleurothallis triura Schltr. 1916; Pleurothallis urosepala Lehm. & Kraenzl. 1899; Specklinia sclerophylla (Lindl.) Luer, Monogr 2004 ; Zosterophyllanthos stenopetalus (G.Lodd. ex Lindl.) Szlach. & Marg. 2001.

Detalhes

Uma micro-orquídea de pequeno porte, de crescimento em lugares frescos para quente, a Pleurothallis sclerophylla é uma epífita encontrada no México, Guatemala, El Salvador, Costa Rica, Colômbia, Equador, Bolívia, Peru, bem como a Venezuela, Guiana, Guiana Francesa, Suriname e Brasil em florestas úmidas de 480 a 3100 metros de altitude. A inflorescência de suas perfumadas flores ocorre no Outono.

Fotos

Pleurothallis sclerophylla
Pleurothallis sclerophylla
Pleurothallis sclerophylla
Pleurothallis sclerophylla
Pleurothallis sclerophylla
Pleurothallis sclerophylla
Pleurothallis sclerophylla
Pleurothallis sclerophylla
Pleurothallis sclerophylla
Pleurothallis sclerophylla

Referência

  • orchidspecies.com

Abraços

Dracula inaequalis

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Parece que a temporada de Draculas está à todo vapor aqui em casa.

É correto afirmar que os EcoTroncos tem ajudado bastante, mas mesmo assim fico feliz em ver que o cultivo em sua totalidade está sendo muito satisfatório. Para quem lamenta até hoje ter perdido a primeira Dracula que teve, agora sou só sorrisos!

Nomenclatura

Dracula inaequalis (Rchb. f.) Luer & R. Escobar 1982 SUBGENUS Dracula SECTION Dracula SUBSECTION Costatae.

Sinônimos: Dracula carderi [Rchb.f]Luer 1978; Masdevallia carderi Rchb. f. 1883; Masdevallia inequalis Rchb. f. 1874.

Detalhes

Espécie encontrada na Colômbia e no Equador, em florestas tropicais em altitudes de 400 a 2200 metros. Epífita de pequeno porte, gosta de clima temperado e pouca claridade. Floresce desde o final da Primavera até o início do Outono.

Fotos

Referência

  • orchidspecies.com

Abraços

Paphiopedilum leeanum – o fruto de um resgate (2014)

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1025 - Paphiopedilum Leeanum

Como alguns de vocês sabem, há dois anos achei um vaso com uma orquídea jogado no lixo de uma casa aqui perto.

Com dó, trouxe a planta para casa – bastante debilitada – e comecei a cuidar para que ela tivesse uma nova chance de vida.

Dois anos depois, ela já está forte o suficiente para soltar três flores e agradecer pelos cuidados recebidos. Quem sabe ano que vem ela vem com mais.

Infelizmente, as pessoas com menos informação acham que orquídeas são parasitas que, assim que acaba a florada, podem ser jogadas fora. Ledo engano, nossas orquídeas são muito mais que isto.

Bom, que eu continue a achar vasos por aí e possa cuidar bem delas.

Paphiopedilum leeanum

Conhecida como: Paphiopedilum Leeanum Lawrence 1884;
Híbrido entre: Paphiopedilum insigne (pai) X Paphiopedilum spicerianum (mãe);
Planta: Híbrido nativo, terrestre, 20 centímetros;
Flor: 8 centímetros;
Época de floração: inverno;
Longevidade das flores: 30 dias;
Fragrância: não;
Luminosidade: média, alta;
Umidade: média, alta;
Temperatura: média;
Dificuldade de cultivo: baixa;

Paphiopedilum leeanum
Paphiopedilum leeanum
Paphiopedilum leeanum

Abraços

Stanhopea lietzei

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1091 - Stanhopea lietzei

A primeira coisa que uma pessoa pensa ao entrar na sala de casa quando a Stanhopea lietzei está florida é no cheiro de naftalina. O perfume naftalínico desta planta pode afugentar alguns apreciadores de sua beleza, mas não a mim.

É uma planta que surpreende aqueles que não conhecem muitas espécies de orquídeas. Sua maneira de florir é interessante: os cachos florais saem por baixo, necessitando que a planta esteja acondicionada em caixetas que permitam que as flores tenham a liberdade de sair sem muitos obstáculos.

Ficha da planta – Stanhopea lietzei

Conhecida como: Stanhopea lietzei (Regel) Schltr. 1926 SUBGENUS Stanhopea SECTION Wardii;
Sinônimos: Stanhopea brasiliensis hort. ex Brieger 1984; Stanhopea graveolens var. aurata Hoehne (non Ldl.) 1942; Stanhopea graveolens var. concolor Porsch 1908; *Stanhopea graveolens var. lietzii Regel 1891; Stanhopea graveolens var. straminea Porsch 1908;
Origem: Floresta Atlântica de Minas Gerais, Espírito Santo, Paraná, São Paulo e Santa Catarina – entre 100 e 800 metros de altitude; Planta: 10~50 centímetros;
Flor: 10 centímetros;
Época de floração: primavera e verão;
Longevidade das flores: 10 dias;
Fragrância: forte, perfume de naftalina;
Luminosidade: baixa;
Umidade: média;
Temperatura: média, alta.

Fotos

Stanhopea lietzei
Stanhopea lietzei
Stanhopea lietzei
Stanhopea lietzei
Stanhopea lietzei

Abraços!

Orquídeas do mato (3) – conscientize-se

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Bom, eis a hora de voltar a um assunto que nem todos aqui gostam.

Com as mudanças do site e os problemas que tive nos últimos dias, acabei me deparando com algumas coisas interessantes no Google. Sim, o Google é muito útil para analisarmos as fontes de visitas que tenho, bem como as palavras chave que acabaram convergindo neste site.

Aí me deparei com uma coisa um pouco preocupante: muitas pessoas procurando informações sobre orquídeas do mato ou orquídeas coletadas.

Mas Luis, por que isto é ruim?

Simples, meu amigo. O que está me assustando é o que as pessoas estão buscando na internet sobre as “orquídeas do mato”. Vejamos os dados da última semana:

– 28 pessoas chegaram com a palavra chave “orquídeas do mato” e suas variantes (como orkideas e orquidias);
– 4 pessoas chegaram com “fotos de orquídeas do mato”;

Estas são as pesquisas boas, ou pelo menos acredito que sejam. Entretanto, há algumas pesquisas mais suspeitas, como (copiadas do analytics, com erros e tudo mais):

– “como cuidar de orquídeas do mato”;
– “onde achar orquídeas no mato”;
– “como identificar muda de orquideas no meio do mato”;
– “como identificar uma orquidea no mato”
– “como plantar orquidea do mato”;
– “orquideas do mato compar” (comprar);
– “orquideas pequenas do mato”;
– “para que eh bom a orquidea do mato”;
– “tipos de orquideas do mato”;
– “especies de orquideas do mato”;
– “encontra orquidea no mato”;
– “mato para pegar oorquideas” – sobrou um o ali;
– “minhas orquideas do mato”;
– “orkidias do mato da região do para”;
– “orquidea do mato mais comum”;
– “orquideas de mato em minas”;
– “orquideas são as mesmas que dão em arvores no mato”;
– “plantas orquideas do mato”;
– “tem orquideas no mato”;
e a mais legal:
– “www.orquideas do mato.com.br”;

Parace pouco, mas não é. As pesquisas acima somam mais de 150 pessoas chegando ao site do orquideas.eco.br nos meses de junho e julho, o que me faz parar para pensar duas coisas: primeiro, como a internet emburreceu as pessoas – poxa, escrevem tudo errado! Isso que deixei as piores palavras de fora para não mostrar de que tipo de “orkidia” nós estamos falando.

Ok, desabafo feito, hora de voltar ao assunto. Um blog despretensioso como o meu não deveria ter tanta palavra chave sobre reconhecimento, coleta, locais, cuidados e afins de orquídeas do mato. Sim, publiquei um texto no começo do ano sobre isto, as pessoas acabam caindo aqui quando procuram pelo tema. Mas o teor destas palavras chave me assusta. A maioria quer saber como cuidar daquilo que coletou, onde coletar ou comprar mudas, o que fazer quando acha estas pobres plantas na mata, enfim, tudo que já falei algumas vezes aqui: não faça!

Você que está lendo este texto e se encaixa no perfil de aventureiro destemido, que sai a procura de plantas no meio do mato? Sim, você mesmo! Use cinco minutos do seu tempo e leia os textos abaixo que já voltamos a conversar:

Orquídeas do mato – texto principal, aborda a questão da legalidade e também das consequências
Orquídeas do mato (2) – complemento ao primeiro texto

Entendeu agora? Não é simplesmente retirar uma planta do mato e achar que conseguiu algo a mais na sua coleção. É uma questão de bom senso, é uma questão de consciência ecológica.

Ainda dá tempo de mudar. Nunca escondi que no começo cheguei a coletar plantas no mato. Mas aprendi a lição, e você?

Isabelia virginalis

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1036 - Isabelia virginalis

Ah, Isabelia virginalis…

Que iniciante no hobby nunca sonhou com uma destas? Há três anos esta planta me encantou. Vi em algumas coleções e exposições e logo comecei a procurar uma plantinha para mim. Encontrei em SC uma muda bacana, já no tronco, mas ainda muito pequena. Três anos depois, muito carinho e cuidado, eis o resultado: mais de 60 flores! Não, você não leu errado: 60, sessenta, seis zero flores!

Pela primeira vez em três anos ela deu mais de 5 florzinhas. E agora veio com esta florada fenomenal!

Pois é, e pensar que recusei uma planta em uma placa de madeira estes tempos. Ela tinha 1 metro por uns 30 centímetros. Absolutamente lotada com a planta. Imagine a florada que deve estar agora…

Bom, eis uma planta que não demanda tantos cuidados. Pelo menos aqui em casa, apenas uma boa sombra e adubação constante fizeram ela crescer sadiamente desta forma. Ah sim, a tenho mantido perto dos lugares úmidos.

Ficha da planta – Isabelia virginalis

Conhecida como: Isabelia virginalis Barb. Rodr. 1877;
Origem: Sul do Brasil (e um pouco mais para cima disto também);
Planta: Epífita, 5 centímetros;
Flor: 1 centímetro;
Época de floração: outono, inverno e primavera – aqui só dá as caras no outono;
Longevidade das flores: 15 dias;
Fragrância: não;
Luminosidade: baixa;
Umidade: alta;
Temperatura: média, alta;
Dificuldade de cultivo: baixa;

Abraços!

Coelogyne usitana

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Bom, algumas vezes sou obrigado a gastar um pouquinho de dinheiro em uma planta que eu gosto muito. Este é o caso desta Coelogyne usitana.

Comparando com a média normal de preço de orquídeas aqui no Brasil, esta planta já entra em um patamar um pouco mais elevado, afinal, não estamos falando de uma orquídea de 50 reais e sim de uma que passa tranquilamente de 100, 150 reais, dependendo do fornecedor. Bom, comprei esta com apenas 3 bulbos e já fui agraciado com uma flor (seriam duas, mas o frio acabou com a segunda).

Acredite, é linda. Para quem gosta de Coelogynes, é indispensável na coleção.

Sobre os cuidados, ela ainda está no mesmo vaso plástico em que veio. Assim que o inverno passar, vou procurar a forma correta de replantá-la. Enfim, enquanto este momento não chega, aproveite as imagens e vejam os detalhes! A parte vermelha do labelo é sensacional!

Nomenclarura

Coelogyne usitana J.Roeth & O.Gruss 2001 SECTION Speciosae Lindley.

Detalhes

Encontrada apenas na ilha de Mindanao, nas Filipinas, em altitudes de cerca de 800 metros, é uma planta de pequeno a médio porte, que gosta de temperaturas um pouco mais quentes. De crescimento epífita e, muito raramente rupícolas, florescem em qualquer época do ano, mas principalmente entre a primavera e o verão.

Fotos

Coelogyne usitana
Coelogyne usitana
Coelogyne usitana
Coelogyne usitana
Coelogyne usitana
Coelogyne usitana
Coelogyne usitana
Coelogyne usitana

Referência

  • orchidspecies.com

Abraços!

Pleurothallis purpureoviolacea

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Depois de muito tempo procurando uma purpureoviolacea à venda, eis que consegui uma mirradinha, com apenas 4 folhas. Infelizmente, a que tinha sucumbiu às dezenas de mudanças que fiz em meu orquidário até acertar meu cultivo e, confesso, nem sem em que momento a perdi.

Como as plantas deixaram de morrer à muito tempo aqui em casa, achei que era hora de trazer uma das mais célebres moradoras. Não foi fácil, ninguém tinha a planta à venda e acho que minha busca durou mais de um ano. Enfim, aí está ela, já dando o ar da graça, florida com sua cor exuberante.

Nomenclatura

Pleurothallis purpureoviolacea Cogn. 1896 SUBGENUS Arthrosia Luer 1986.

Sinônimos: Acianthera purpureoviolacea (Cogn.) F.Barros 2002; Arthrosia purpureoviolacea (Cogn.) Luer 2006; Pleurothallis piresiana Hoehne 1952; Specklinia purpureoviolacea (Cogn.) Luer 2004.

Detalhes

Epífita em florestas úmidas sob baixa luminosidade e de cultivo fácil, floresce consecutivamente de janeiro a maio. Suas flores duram cerca de 3 semanas, medindo cerca de 1 centímetro, tendo até 10 flores por haste. Originalmente encontrada nas matas do litoral de São Paulo, foi descrita em 1896 por Alfred Cogniaux como Pleurothallis purpureoviolacea. Também vista em Minas Gerais, normalmente é encontrada desde o nível do mar até 600 metros de altitude.

Curiosidade

Nota taxonômica: em 2002, com ajuda de análises moleculares, as espécies de Pleurothallidinae foram reclassificadas em gêneros menores e mais homogêneos. Hoje esta espécie é geralmente classificada no gênero Acianthera, no entanto, Carlyle Luer, especialista neste grupo de espécies, prefere dividir ainda mais e classifica-a em um grupo menor com cerca de quinze espécies chamado Arthrosia. Este pequemo grupo é fácilmente distinto das outras Acianthera por suas flores diáfanas com labelo sempre alongado e ponteagudo, com lobos laterais característicos e a presença de uma articulação circular em sua base, a qual encaixa-se perfeitamente em uma depressão na coluna como um fêmur encaixa-se na bacia. O nome do gênero sugerido por Luer é uma referência a esta articulação. Praticamente todas as espécies têm o labelo quase igual.

Tem como espécies similares a Acianthera capillaris, Acianthera auriculata e Acianthera longicauli. É facilmemte identificada por suas flores de cor escura, quase inteiramente púrpura.

Fotos

Referências

  • orchidspecies.com
  • colibriorquideas.com.br

Abraços

Aspasia lunata

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Esta Aspasia lunata chegou há 2 meses e já me brindou com uma flor. E apenas uma 🙂

Ficha da planta

Conhecida como: Aspasia lunata Lindley 1836;
Sinônimos: Aspasia papilionacea Rchb.f. 1876; Miltonia odorata Rchb.f. 1855; Odontoglossum lunatum Rchb.f 1864; Trophianthus zonatus Schweidw. 1844;
Origem: Brasil;
Planta: Epífita, 10 centímetros;
Flor: 3~7 centímetros;
Época de floração: primavera;
Longevidade das Flores: 10~20 dias;
Fragrância: nenhuma;
Luminosidade: alta;
Umidade: média;
Dificuldade de cultivo: fácil;

Aspasia lunata

Abraços!

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