Maxillaria schunkeana

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Sudamerlycaste fimbriata

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Barbosella australis

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Masdevallia infracta albescens

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Rodriguezia venusta

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Orquídeas

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Psygmorchis pusilla

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1379 - Oncidium pusillum

Esta pequena Psygmorchis pusilla gosta de um pé de café.

Não tenho muito a escrever sobre ela. É recente em minha coleção e não tem uma história gigantesca por trás dela. Adianto que nenhuma foto da planta toda ficou legal, por isto optei por colocar apenas a flor. Mas devo comentar que ela possui uma interessante forma de leque, equivalente às Tolumnia’s que conhecemos. Aliás, é um dos nomes dela.

Ficha da planta – Psygmorchis pusilla

Conhecida como: Psygmorchis pusilla [L.] Dodson & Dressler 1972;
Sinônimos: Cymbidium iridifolium Sw. ex Steud. 1840; Cymbidium pusillum Sw. 1799; *Epidendrum pusillum L. 1763; Epidendrum ventilabrum Vell. 1827; Erycina allemanii (Barb.Rodr.) N.H.Williams & M.W.Chase 2001; Erycina pusilla (L.) N.H.Williams & M.W.Chase 2001; Oncidium allemanii Barb. Rodr. 1882; Oncidium iridifolium H.B.K. 1816; Oncidium pusillum [L.] Rchb.f 1861; Oncidium pusillum var. megalanthum Schltr. 1924; Psygmorchis allemanii (Barb.Rodr.) Garay & Stacy 1974; Tolumnia pusilla (L.) Hoehne 1949;
Origem: Nicarágua, Costa Rica, Panamá, Colômbia, Equador, Peru, Trinidade, Venezuela, Brasil, Suriname, Guiana e Guiana Francesa – entre 500 e 950 metros de altitude;
Planta: Epífita, 4~5 centímetros;
Flor: 2,5 centímetros;
Época de floração: outono e primavera;
Longevidade das flores: 10~20 dias;
Fragrância: não;
Luminosidade: média;
Umidade: média;
Temperatura: alta;
Dificuldade de cultivo: média;

1379 - Oncidium pusillum

Abraços!

Maxillaria cogniauxiana

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Taí uma plantinha simpática para qualquer coleção: Maxillaria cogniauxiana. Floresce bem e é muito bonita. Cresce rapidamente, formando touceiras em pouco tempo.

Ficha da planta

Conhecida como: Maxillaria cogniauxiana W. Hoehne 1933;
Sinônimo: Christensonella cogniauxiana ( Hoehne ) Szlach. , Mytnik , Górniak & ?miszek 2006; Maxillaria cogniauxiana var. latifolia (Hoehne) Pabst 1972; Maxillaria cogniauxiana var. pygmaea (Hoehne) Pabst 1978; Maxillaria heterophylla Hoehne 1952; Maxillaria heterophylla var. acicularifolia Hoehene 1952; Maxillaria heterophylla var. intermedia Hoehne 1952; Maxillaria heterophylla var. latifolia Hoehne 1952; Maxillaria heterophylla var. longifolia Hoehne 1952; Maxillaria heterophylla var. pygmaea Hoehne 1952;
Origem: Rio de Janeiro, São Paulo, Minas Gerais e Paraná, 1400 metros;
Planta: Epífita, ~10 centímetros;
Flor: 2,5 centímetros;
Época de floração: outono;
Longevidade das Flores: 20~25 dias;
Fragrância: nenhuma;
Luminosidade: média;
Umidade: média;
Dificuldade de cultivo: fácil.

Brasiliorchis cogniauxiana

Abraços!

Masdevallia nidifica

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1350 - Masdevallia nidifica

Quem acompanha meu blog sabe o quanto sou apaixonado por esta espécie. Quando vejo uma, como esta Masdevallia nidifica, não resisto muito. Um exemplo é o que aconteceu na exposição de orquídeas de Curitiba.

Lá estava o vasinho desta planta, meio abandonadinho, coitado. Vi que ela pequenina mas valente, já com algumas flores. Comprei? Não, ganhei. Acabei comprando uma outra planta e meu filho, com toda sua simpatia de quase 1 ano de idade, ganhou esta plantinha. Tá certo que o pai jogou uns verdes para colher maduro… mas deu certo.

Ficha da planta

Conhecida como: Masdevallia nidifica Rchb.f 1878 SUBGENUS Nidificia Luer 2000;
Sinônimos: Buccella nidifica (Rchb.f.) Luer 2006 Masdevallia cyathogastra Schltr. 1918; Masdevallia tenuicauda Schltr. 1923;
Origem: Costa Rica, Panamá, Colômbia, Equador e Peru – entre 450 e 2500 metros de altura;
Planta: Epífita, 5~10 centímetros;
Flor: 3 centímetros;
Época de floração: inverno e primavera;
Longevidade das flores: 5~10 dias;
Fragrância: não;
Luminosidade: média, baixa;
Umidade: média;
Temperatura: média;
Dificuldade de cultivo: médio.

Abraços!

Masdevallia infracta

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Masdevallias e Draculas, meus xodós. Se tivesse que ter apenas dois tipos de orquídeas em casa, seriam estas duas espécies.

Tenho poucas, mas já estou me preparando para a chegada de um carregamento de Draculas para começar uma coleção mais séria. De quebra, algumas Masdevallias já vem no pacote. Nova fase, passando de orquidoido para uma pessoa que estuda e tem suas preferências de cultivo.

Esta foi minha segunda menina, só perdendo o primeiro posto para a minha Angel Frost (já postada aqui).

Está feinha na foto porque no dia que resolvi fotografar uma chuva forte fez um estrago danado nela, apenas uma flor se salvou. Agora estão saindo outras, mas ainda não estão abertas.

Ficha da planta

Conhecida como: Masdevallia infracta Lindley 1833 SUBGENUS Masdevallia SECTION Polyanthae SUBSECTION Alaticaules {Krzl.] Luer 1986;
Sinônimo: Alaticaulia infracta (Lindl.) Luer 2006; Masdevallia albida Pinel 1868; Masdevallia aristata Barb. Rod. 1877; Masdevallia aurantiaca Lindl. 1836; Masdevallia forgetiana Kraenzl. 1895; Masdevallia infracta var aristata [Barb. Rodr.] Cogn. 1896; Masdevallia infracta var purpurea Rchb.f 1833; Masdevallia longicaudata LeMaire 1868; Masdevallia tridentata Lindl. 1836; Masdevallia triquetra Schweidw. 1839;
Origem: Brasil, Peru e Bolívia, de 1100 a 2000 metros;
Planta: Epífita, 10~18 centímetros;
Flor: 7,5 centímetros;
Época de floração: verão;
Longevidade das Flores: 10~20 dias;
Fragrância: nenhuma;
Luminosidade: baixa;
Umidade: alta;
Dificuldade de cultivo: fácil.

Abraços!

Capanemia superflua

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A Capanemia superflua é uma orquídea bacana e muito bonita. Além disto, exala um perfume suave e muito gostoso.

Ficha da planta

Conhecida como: Capanemia superflua (Rchb. f.) Garay 1967;
Sinônimos: Capanemia juergensiana Schltr. 1918; *Oncidium superfluum Rchb. f. 1864; Rodriguezia anomala Rolfe 1891; Rodriguezia juergensiana Kraenzl. 1899;
Origem: do Espirito Santo ao norte da Argentina, mais ou menos a 500 metros de altitude;
Planta: Epífita, 4~7 centímetros;
Flor: 1 centímetro;
Época de floração: para mim deu na primavera, alguns conseguem no outono;
Longevidade das Flores: 10 dias;
Fragrância: leve;
Luminosidade: média;
Umidade: média;
Dificuldade de cultivo: média;

Abraços

Sophronitis cernua

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Dentre os gêneros que mais me fascinam, o da Sophronitis é certamente um grande barato em qualquer coleção.

Infelizmente, já perdi a conta de quantas vezes perdi uma Sophronitis nas minhas inúmeras tentativas de mantê-las em meu orquidário. Já tive grande touceiras, pequenas mudas, e por enquanto nada foi adiante. Novamente estou com duas plantas, e vamos ver se no novo orquidário (ah, reformei o meu orquidário, em breve uma postagem sobre isso) elas vão crescer melhor.

Do grego Sophron, que significa casto, modesto, pequeno, pudico. Segundo meu amigo Adriano Tomé, do site sophronitis.blogspot.com.br, é um gênero ainda pouco explorado, porém muito apreciado pelo seu pequeno tamanho, cores chamativas e pela delicadeza de seu cultivo.

A Sophronitis cernua é encontrada no Brasil, entre o Alagoas e o Sul do país, percorrendo toda Mata Atlântica, além do Paraguai, Argentina e Bolívia. Epífitas e ocasionalmente rupícola, a Sophronitis têm pseudobulbos ovais eretos e alongados, ou achatados contra o substrato, verde escuros ou acinzentados, densamente agrupados, com uma única folha carnuda, côncava, muitas vezes achatada sobre a planta. A inflorescência surge ao mesmo tempo que uma nova folha sendo que esta funciona como se fosse uma espata. A folha cresce envolvendo os botões e quando esta se abre os botões estão já prestes a abrirem também. A inflorescência comporta de quatro a dez, normalmente vermelhas, mas também ocasionalmente alaranjadas, amarelas ou rosadas. As flores são pequenas, mas bastante grandes quando comparadas ao tamanho das plantas, de segmentos quase sempre bem explanados, com labelo trilobado, da mesma cor que as pétalas e sépalas com ou sem uma mancha amarelada ou rosada próxima da coluna.

Sophronitis cernua
Sophronitis cernua
Sophronitis cernua
Sophronitis cernua
Sophronitis cernua
Sophronitis cernua

Referências

Abraços!

Anathallis rubens

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1100 - Anathallis rubens

Eis uma das minhas pequenas favoritas: Anathallis rubens.

Tenho duas variantes, sendo esta a mais “original”, a mais vista por aí. A outra é um pouco mais clara, deixando-me com duas variantes bem interessantes desta bela micro.

Considero uma aquisição muito interessante para qualquer coleção, pois sua forma um pouco diferente é um grande atrativo para qualquer orquidário. A forma que as plantas do gênero Anathallis possui, mais fina e pontiaguda, além do volume dos cachos e floradas, sempre abundantes, deixam o vaso desta orquídea um espetáculo a parte. É impossível não reparar nesta planta assim que entramos no orquidário

Ficha da planta – Anathallis rubens

Conhecida como: Pleurothallis rubens Lindl. 1836 SUBGENUS Specklinia SECTION Acuminatae Lindley 1859;
Sinônimos: Anathallis amblyopetala (Schltr.) Pridgeon & M.W. Chase 2001; Anathallis rubens (Lindl.) Pridgeon & M.W. Chase 2001; Humboldtia rubens (Lindl.) Kuntze 1891; Humboltia rubens (Lindl.) Kuntze 1891; Pleurothallis amblyopetala Schltr. 1913; Pleurothallis excisa C. Schweinf. 1953; Pleurothallis montserratii Porsch 1905; Pleurothallis rubens var. latifolia Cogn. 1896; Pleurothallis rubens var. longifolia Cogn. 1896; Specklinia rubens (Lindl.) F.Barros 1983 publ. 1984;
Origem: Equador, Peru, Bolívia e Brasil – entre 600 e 2750 metros de altitude;
Planta: Epífita, 5~10 centímetros;
Flor: 1,25 centímetro;
Época de floração: verão, outono;
Longevidade das flores: 10~20 dias;
Fragrância: não;
Luminosidade: baixa;
Umidade: alta;
Temperatura: média, alta;
Dificuldade de cultivo: baixa.

Anathallis rubens
Anathallis rubens
Anathallis rubens

Abraços!

Dendrobium antennatum

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O Dendrobium antennatum é encontrado na Austrália, Papua e Nova Guiné, Ilhas Salomão e ilhas vizinhas, em galhos altos de árvores em florestas costeiras, manguezais, savanas e florestas tropicais, em altitudes abaixo de 1200 metros.

Planta de porte pequeno a grande, de clima frio a quente, tem um crescimento simpodial, com rizoma compacto e longos pseudobulbos cilíndricos semelhantes a cana, basalmente inchados, com folhas coriáceas alternadas, estreitamente oblongas e flácidas.

Sua inflorescência possui cerca de 25 cm de comprimento em média, apresentando de 3 a 15 flores rígidas, horizontais ou curvas, que surgem de nós próximos ao ápice do pseudobulbo. Suas flores são perfumadas e duradouras, ocorrendo normalmente no verão.

Nomenclatura

Dendrobium antennatum Lindley [Rchb.f] J.J.Sm. 1843 SECTION Spatulata.

Sinônimos: Callista antennata (Lindl.) Kuntze 1891; Ceratobium antennatum (Lindl.) M.A.Clem. & D.L.Jones 2002; Ceratobium dalbertisii (Rchb.f.) M.A.Clem. & D.L.Jones 2002; Dendrobium d’albertissi Rchb.f 1878.

Conhecida como The Antennae Dendrobium (algo como o Dendrobium de antenas), orquídea antílope e, na Austrália, a orquídea antílope verde.

Cultivo

Esta orquídea gosta de umidade e luz suave durante todo o ano. Uma mistura de 50% de musgo, 25% de carvão e 25% de cascas moídas em um local com 60 a 70% de sombreamento deve ser o suficiente para cultivá-la bem. Gosta de regas frequentes, mas somente após ter secado completamente.

Fotos

Referências

  • orchidspecies.com
  • colibriorquideas.com.br

Abraços

Dendrobium agregatum

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Sou apaixonado por esta planta. Acho que seu formato e sua cor amarela é fora de série. Mantenho a minha planta em um vaso de cerâmica há pouco tempo, antes estava em vaso plástico. De certa forma, o ideal era um cachepot, mas vou manter o vaso de cerâmica pendente. Por serem plantas bulbosas com inflorescência pendente gostam de ficar penduradas. Como substrato, mantenho em fibra de xaxim. Mas pode ser usado também pedaços de cascas de árvores ou placas de cortiça ou de xaxim. Como a maioria dos Dend’s, é interessante diminuir a rega durante o inverno, estação na qual a adubação deve ser retirada.

Ficha da planta

Conhecida como: Dendrobium lindleyi Steud. 1840 – See also Dendrobium jenkinsii Wallich ex Lindley 1839 SECTION Densiflora;
Sinônimos: Callista aggregata (Roxb.) Kuntze 1891; Dendrobium aggregatum Rox. 1832; Dendrobium alboviride var. majus Rolfe 1932; Dendrobium lindleyi var. majus (Rolfe) S.Y.Hu 1973; Epidendrum aggregatum Roxb. ex Steud. 1840;
Origem: India, China, Hong Kong, Vietnam e adjacências – em altitudes superiores a 650 metros, chegando a ser encontrada até 1300 metros;
Planta: Epífita, 6~10 centímetros;
Flor: 2~5 centímetros, em cachos;
Época de floração: final do inverno, início da primavera;
Longevidade das Flores: 10~20 dias;
Fragrância: perfumado (suave);
Luz solar: entre média e alta – no meu caso está apenas com sombrite 50;
Dificuldade de cultivo: fácil. A minha passou por poucas e boas e ainda está firme e forte, novamente crescendo bem.

Curiosidade: lindleyi refere-se a John Lindley, botânico inglês que descreveu muitas espécies de orquídeas.

Dendrobium aggregatum
Dendrobium aggregatum

Abraços!

Cattleya x guatemalensis

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Minha Cattleya x guatemalensis está sempre florindo. Entretanto, temos uma luta praticamente eterna contra cochonilhas e manchas nesta planta. Aparentemente, nos últimos tempos isso estabilizou. Mas é uma planta que aqui demanda atenção e cuidados constantes. Está plantada em uma caixeta com cascas como substrato.

Nomenclatura

Cattleya x guatemalensis Moore 1861 SUBGENUS Circumvola SECTION Moradae Withner 1989

Sinônimos: Cattleya × guatemalensis var. wischhuseniana Rchb.f. 1888; Cattleya pachecoi Ames and Correl 1943; Cattleya skinneri Batem. var parviflora Hook. 1856; Guarianthe × deckeri (Klotzsch) Roeth 2006; Guarianthe × guatemalensis ( T.Moore ) W.E.Higgins 2004; Guarianthe × guatemalensis var. pachecoi (Ames & Correll) J.M.H.Shaw 2007; Guarianthe × laelioides (Lem.) Van den Berg 2015; Guarianthe × laelioides f. pachecoi (Ames & Correll) Van den Berg 2015

Sobre

Esta espécie é um híbrido de ocorrência natural das espécies Cattleya auriantiaca e Cattleya skinneri. É encontrada no México, Guatemala, Honduras e Nicarágua como uma epífita de grande tamanho, de crescimento em ambientes quentes de florestas de baixa altitude, no alto de grandes árvores em pleno sol. Possui pseudobulbos rugosos e clavados, envolvidos por bainhas evanescentes, carregando 2 folhas e flores apicais, elípticas e agudas. Floresce no final do inverno e início da primavera em uma ponta de cerca de 13cm de comprimento, produzindo várias inflorescências surgindo em apenas um pseudobulbo.

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